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Fotografia de malabarista de fogo em Cracóvia

Mais outra foto retirada mesmo do fundo do baú, esta tirada em 2008 na primeira vez que fui a Cracóvia. Enquanto dávamos umas voltas pelo centro para conhecer a cidade à noite, deparámo-nos com alguns artistas de rua, e estes estavam a fazer malabarismo com fogo.

Playing with Fire.jpg

Para ser sincero, tive alguma dificuldade em encontrar uma foto antiga de que gostasse de partilhar, esta quase a desistir quando encontrei esta. Na altura não tinha conhecimentos nenhuns sobre fotografia, era apontar e tirar a foto, e com esta até consegui um efeito engraçado. Apesar das pessoas estarem completamente desfocadas no fundo da imagem, o fogo aparece bem mais evidente em primeiro plano, e até mesmo o artista aparece como um vulto apenas. O resultado, uma fotografia um pouco mais artística sem ser intencional.

De realçar que esta foto foi tirada com uma HP PhotoSmart, uma câmara de baixa gama com uma resolução um pouco baixa (para o que se encontra hoje em dia). Tive de editar um pouco a foto no Lightroom para corrigir o ruído das cores, mas de edição foi praticamente isso, o chão ficou bem mais suave e a fotografia bem mais agradável de ver.

Onde fica Cracóvia?

Cracóvia é uma cidade milenar história no sul da Polónia, bastante charmosa e repleta de história. É uma cidade bem popular, com um aeroporto sendo a forma mais simples de lá chegar, mas a melhor diria eu que é mesmo por comboio, apesar de serem bastante lentos na Polónia, é uma excelente forma de ver o quão virgem as paisagens daquele país são.


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Fotografia de malabarista de fogo em Cracóvia>

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Um pardal telhado num tronco

Este mês decidi sair da cidade e ir conhecer um pouco mais do Condado de Cork, fui a uma ilha que queria visitar desde que cheguei à Irlanda. É o ponto mais a sul do país e uma das referências para todos aqueles emigrantes que tiveram de ir para os Estados Unidos de navio. A ilha de Cape Clear e o farol Fastnet eram os últimos pedaços de terra que eles viram antes de se perderem no grande oceano. Mas mais detalhes sobre a ilha o farol num outro artigo, por agora apenas vou falar no pardal telhado da fotografia abaixo.

Pardal telhado num tronco
Pardal telhado num tronco

Quanto à fotografia, este fim-de-semana foi passado em casa do namorado de uma amiga que tem como profissão observar e anilhar pássaros, ou seja, passámos um fim-de-semana a ver (muitos) pássaros! E claro, não poderia perder oportunidade de tirar fotografias, e muitas mesmo!

Esta é uma das minhas preferidas, adoro como o vento está a bater na parte de trás do animal, ali bem tranquilo quase sem se aperceber que tem uma lente apontada a ele 🙂 Este tipo de pássaros são muito caseiros, o trabalho de anilhá-los e catalogá-los ajuda-os a perceber as rotas de migração e as espécies mais caseiras, como o pardal telhado. Vimos como funciona o processo todo, mas vê-los em liberdade é bem melhor, e até as fotos ficam com mais interesse de partilhar.

Se tiverem fotografias de pássaros no Flickr ou no 500px, deixem um comentário para uma das vossas fotos, adorava ver e seguir e aprender mais com o trabalho de outras pessoas com paixão pela fotografia.


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Pardal telhado num tronco

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Snow Fighting

Mais outra foto de Londres, curiosamente tirada no mesmo fim-de-semana da outra foto que partilhei nesta mesma rubrica. Fim-de-semana frio, cheio de neve e algumas desventuras

Esta foto foi tirada em Hyde Park, o maior e mais conhecido parque de Londres. Como dá para ver na foto, estava bastante frio neste dia, aliás, se bem me lembro gelei mesmo! Mas também vi algumas pessoas a fazerem jogging…, com aquele frio e com alguns centímetros de neve…, mas as pessoas nesta foto encontraram outras formas bem mais divertidas de se manterem quentes e aproveitarem o dia 🙂

Snow Fighting

Uma das coisas que mais gosto nesta foto são os vermelhos, cores quentes num dia frio, e nesta foto estão 2 crianças e um adulto com casacos vermelhos. Além da acção presente na foto, também gosto bastante do detalhe da pessoa na esquerda a ver aquela mãe (presumo) a brincar com as crianças, boa disposição gera bons momentos noutras pessoas 🙂

Outro detalhe que gosto bastante, está do lado direito da foto, e apesar da criança meio atrapalhada a olhar para a neve ser bem fofo, o pormenor da mala mostra que aquela mãe parou ali para brincar com as crianças. Uma pausa para brincarem 🙂

Onde fica o Hyde Park?


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Snow Fighting

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Marina de Kinsale

Entre os Portugueses que vivem na Irlanda, já não é a primeira vez que oiço dizer que Kinsale é a Cascais da Irlanda. Discordo em absoluto, ambas as vilas têm o seu encanto característico, e sinceramente acho que têm muito pouco a ver. Talvez mesmo só por serem à beira mar e serem ambas vilas bem bonitas.

O que também é normal se ouvir dizer, é que o Verão na Irlanda são apenas dois dias, e com sorte não chove em nenhum deles… É mais um exagero, claro está, mas por muita pena minha o Verão está longe de serem os 90 dias consecutivos sem chuva que Portugal nos acostumou… Mas por vezes temos dias destes, bem bonitos e que só dá mesmo vontade sair à rua, ou até mesmo sair da cidade e irmos até à praia…, ok, talvez não tanto, a água é fria por aqui…

Kinsale Marina

Não fui à praia, mas fui bem perto. Kinsale é bem conhecida por ser a Capital Gastronómica da Irlanda, e com bons motivos para tal, são vários os restaurantes pela vila, com comida bastante boa e peixe fresco! Fui lá jantar com um amigo, aproveitar aquele dia de sol para dar uma volta pela vila, e ficámos para jantar. Bem pertinho de Cork, e excelente para uma escapadela rápida.

Um pouco mais sobre Kinsale

Além das casas e lojas pitorescas que em muito caracterizam a vila, até mesmo quase como um modelo das vilas coloridas da Irlanda, uma volta pela baia é passeio obrigatório, se não estiver a chover 🙂 A baia está protegida pelo Forte Charles, um forte em formato de estrela, mesmo na entrada da baia. Para lá chegar, recomendo continuarem o passeio a pé, sempre junto à baia, passando por um pequeno mas florido trilho, e prestem atenção ao nome das ruas, irão notar vários nomes espanhóis. Este detalhe despertou-me a curiosidade da primeira vez que fui a Kinsale, e fiquei a saber que aquela vila foi também palco de uma batalha em que uma das últimas armadas espanholas tentou ajudar os irlandeses numa revolta contra os ingleses.

Para quem está de carro, a uns poucos quilómetros podem dar um salto à praia, uma pequena praia chamada Sandycove, ou um pouco mais longe, passando pelo cabo Old Head of Kinsale, podem ir a uma praia bem mais popular e bandeira azul, Garrettstown. Mas convém não esquecer que isto fica na Irlanda…, ilha banhada pelo Atlântico Norte…, yep, a água é bem fria! Mas ainda assim, volta e meia vou à praia, melhor que nada 🙂

Outro detalhe sobre Kinsale, que por acaso até já escrevi aqui no blog, é que Kinsale é a primeira (ou última) paragem da Rota Selvagem do Atlântico. Seja de passagem ou para parar, é uma vila que vale bem a pena visitar, muito para descobrir e também muito por onde comer.

Onde fica Kinsale?


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Marina de Kinsale

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Love Live Now

Há cerca de um mês fui passear com o meu irmão, cunhada e sobrinhos a um dos parques de Cork, Fitzgerald, onde estava a decorrer um dos muitos eventos que organizam naquele parque durante o ano. As filas estavam intermináveis, e filas para tudo. WC, barracas de gelados, de crepes e claro, também o café do parque. Enquanto estávamos na fila, apercebi-me logo da bandeira LGBT, ao chegar mais perto e li o que tinha escrito não consegui disfarçar o sorriso. Love (Ama) Live (Vive) Now (Agora)

Things that are nice to see 🙂 #hope #lgbt

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

Não é uma “fotografia”, mas mais um verdadeiro caso de instagram, mas tem imenso a ver comigo, bom saber que cada vez há mais aceitação e tolerância. Ama. Vive. Agora.

Alguma história por detrás destes gestos

A Irlanda é um daqueles países que está a surpreender mais no que respeita a aceitação e definição de valores morais, num passado não muito distante, 30 anos talvez, ser gay era crime. A Irlanda é um país com influências religiosas bem mais acentuadas do que Portugal, basta ver a quantidade de escolas católicas que existem pelo país. No entanto, há exactamente um ano atrás a constituição da Irlanda foi alterada para dar direitos iguais a casais, independentemente da orientação sexual dos envolventes. Foi um passo de gigante, a constituição foi alterada via referendo, isto é, toda a população foi consultada para aplicarem esta alteração, e o SIM ecoou bem alto. Foi uma mensagem bem forte de tolerância para o resto do mundo.

Mas no que respeita a aceitação, a Irlanda já tem algum historial bem positivo, basta olhar para a Bandeira Nacional e tentar perceber o que as cores representam. Laranja, os protestantes. Verde os católicos. Branco, a paz entre ambos. Esta foi a mensagem que a República da Irlanda deu ao Reino Unido, em particular à Irlanda do Norte que tanto discriminou e perseguiu os católicos. Parece-me que este povo tem o seu compasso moral bem alinhado. Ama. Vive. Agora.


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Drombeg

Esta é uma nova série que decidi criar, exclusivamente para fotografias mas mais actuais. Isto é uma forma de me forçar a “ir por aí” pelo menos uma vez por mês, e apenas partilhar fotografias que foram tiradas há menos de 30 dias. Seria bom investir em fotografia a sério, mas nem sempre dá e por vezes nem é mau uma foto do Instagram com uma história por detrás.

#Drombeg stone circle in #WestCork #Cork #corklike #stonecircle #stonecircles #wildatlanticway #ireland

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

O circulo de pedras Drombeg é um dos monumentos megalíticos mais visitados da Irlanda, que fica a cerca de uma hora de carro a sul de Cork. Já visitei este local inúmeras vezes, sempre que tenho amigos a virem visitar-me acabo por lá ir, só o passeio até lá vale bem a pena, e a vista do monumento também. Só resta saber se o tempo estará a favor…, o que nem sempre acontece na Irlanda. Aliás, a primeira vez que fui a este local apanhei um dia mesmo muito mau…, não foi das melhores experiências…

Quanto ao estado do monumento, obviamente que é uma área protegida mas não tem grande vigilância, no passado chegou a ser algo de roubo de pedras… A entrada é gratuita, mas os acessos para lá chegarem não são dos melhores, existe indicação mas é fácil de passar despercebido. No entanto, claro que recomendo vivamente a visita se tiverem tempo e gostarem de história.

Mapa


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Drombeg

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Königsstuhl – A Cadeira do Rei

Königsstuhl, ou a Cadeira do Rei em Português, é uma escarpa na ilha de Rügen no norte da Alemanha. Se pesquisarem por “Königsstuhl” vão encontrar várias referência a diferentes locais, não é de estranhar tendo em conta que a zona onde é a Alemanha que conhecemos hoje, há uns 100 anos eram vários reinos, uma história não muito distante. Portanto, não é de estranhar existirem tantas “cadeiras do rei”, na verdade, foram vários reis 🙂

Visitei este local em Julho de 2008, após uma visita surpresa à familia toda em Portugal, regressei à Alemanha para concluir o meu Erasmus, mas antes de voltar a Dresden decidi passear um pouco e conhecer Berlin e a ilha de Rügen. A viagem foi planeada por um amigo meu tuga, que também estava em Erasmus comigo, o ponto de encontro foi já na ilha de Rügen, e o resto é história já mais do que contada 🙂

Königsstuhl - Rügen


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Königsstuhl - A Cadeira do Rei

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Interrail Selfie

Esta fotografia fui encontrar no meio dos álbuns de 2008, quase 8 anos! Também nos primórdios deste blog, uma foto sobre uma das viagens que mais me marcou e me deu a descobrir que viajar sozinho afinal até nem é algo mau 🙂 Na altura escrevi um artigo estilo diário de viagem, que ainda hoje é bastante lido por quem encontra este blog no google 🙂

O artigo em si já detalha grande parte da viagem, mas é engraçado olhar para uma selfie minha usando um espelho do comboio, acho que nesta altura já estava um pouco farto de estar sozinho. Tirei esta foto entre Itália e França mesmo no meio da viagem quando os planos já estavam a correr (bem) mal, ainda assim consegui desenrascar-me bastante bem e improvisei uma solução que resultou em chegar são e salvo a Portugal com muitas aventuras para contar.

Interrail Selfie

A fotografia em si tem pouca qualidade, a máquina também não era das melhores (como dá para ver), mas gosto do efeito do reflexo entre espelhos. Acho que selfies destas têm muito mais estilo 😛 E vou continuar a rever fotos deste interrail, ficar com uma lágrima de nostalgia no canto do olho… 🙂


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Pillow Fight em Lisboa

Outra foto bem antiga, esta data de 2008… A qualidade é um pouco baixa, mas é uma foto que me trás boas memórias (e na altura nem sequer pensava em fotografia).

Este evento teve como palco a Fonte Luminosa, na Alameda D. Afonso Henriques. Foi a primeira flashmob em que participei, a convite de um amigo meu (obrigado João), e onde me diverti mesmo muito! Quando chegámos parecia que não estava lá ninguém, algumas pessoas com almofadas dentro de sacos de plástico, mas de inicio dava mesmo a ideia de que poderia vir a ser um fracasso. O que claramente não foi.

Pillow Fight

Após alguém dar sinal com um apito, apareceram almofadas de todos os lados, pessoas que estavam na zona que se juntaram. Foi uma grande surpresa para mim, juro que pensava que iria ser um fracasso e até pensava em ir embora, mas foi uma luta que durou até à noite. Não conheço as pessoas da fotografia, mas é claro que todos se estavam a divertir imenso, guerras destas fazem falta, onde as pessoas podem descarregar energias sem se magoarem 🙂

Além das lutas de almofada (Pillow Fights), existem muitos outros eventos do género, e que surpreendem as pessoas que por lá estão a passar. Talvez o grupo mais conhecido pelas suas partidas seja o Improv Everywhere, um grupo baseado em Nova Iorque que já conta com uma longa tradição de baixar as calças em pleno Inverno… Vejam a página do grupo, e quem sabe, até talvez participarem um dia?


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Pillow Fight em Lisboa

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Flores de Papel e Abraços Grátis

Durante os meus muito curtos meses em Atenas, participei em várias actividades organizadas por mim e por outras pessoas envolvidas com o Couchsurfing, foram meses cheios de eventos e constantemente a conhecer pessoas novas de vários cantos do mundo. Ao voltar para Portugal, para a terrinha não muito longe de Lisboa, senti falta daquilo tudo, dos amigos, dos desconhecidos, dos eventos, da vida. O conceito de free hugs já é velho, mas além de abraços que mais se pode dar? Pensei em flores de papel, barato e algo que as pessoas podem levar para casa além de um sorriso na cara. Foi uma manhã bem divertida, bastante internacional com muitas pessoas a ajudarem a fazerem flores de papel (e alguns cubos como se vê na fotografia abaixo).

Flores de Papel e Abraços Grátis

A recepção foi bastante interessante, os abraços grátis já eram populares na altura, mas dar algo a alguém gera desconfiança. Perguntas desde “porque é que estão a dar isto?” a perguntarem se éramos parte de alguma organização. Dar, ninguém dá nada a ninguém. É esta a mentalidade que a grande maioria das pessoas tem, o que é pena, perdem-se bons momentos e oportunidades de se conhecer outras pessoas por causa deste receio.

Salvo erro este foi o último evento do género em que participei, talvez esteja na altura de organizar algo do género aqui na Irlanda 🙂

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Mulher no parque, Londres

Há uns anos decidi oferecer-me uma viagem a Londres como prenda de anos, um fim-de-semana diferente e sozinho. A experiência em Londres foi bastante boa, mas a viagem em si bastante penosa, um grande atraso na ida ao ponto de perder o direito ao bilhete de autocarro para o centro de Londres, e voos cancelados no regresso a Cork. Tive de passar 12 horas num aeroporto, 5 horas e meia das quais numa fila para tentar remarcar o meu voo. Foi a última vez que voei com a Ryanair, simplesmente o pior atendimento ao cliente que alguma vez vi…

Mas contratempos à parte, tive a sorte de ver Londres com outras cores, neve por todo o lado o que dá um outro espírito à cidade. Custa bastante andar na rua com tanto frio, mas vale bem a pena pelo que se vê.

Esta foto tirei-a no Parque Hyde, achei bastante interessante o detalhe desta pessoa estar a apreciar aquele momento, e pelos sacos de compra assumo que estivesse a caminho de casa, ou seja, não era uma turista como eu. São estes pequenos momentos da nossa rotina que nos colocam aquele pequeno sorriso que ela tem nos lábios, será que aquele é o caminho que ela faz sempre para casa? Será que ela fez um desvio para aproveitar algum tempo no parque?

Mulher no parque, Londres
Mulher no parque, Londres

Olho para esta foto e penso, corremos tanto, mas será que aproveitamos estes pequenos momentos devidamente? A foto em si não é nada de especial, mas quis capturar este momento para me lembrar que dá para aproveitar bons momentos nos intervalos da nossa rotina. Mesmo que seja numa cidade tão movimentada como Londres.

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Ilha do Pessegueiro, Portugal

Esta é uma nova série que decidi criar, onde vou apresentar algumas fotos que tirei. Algumas mais recentes, outras que encontrei no fundo do meu baú enquanto revia álbuns antigos.

Para iniciar esta nova série, nada melhor do que começar pelo meu próprio país, que tem tanto para mostrar! Ao fundo dá para ver a Ilha do Pessegueiro, na costa Alentejana. Tirei esta foto em 2012 enquanto ia a caminho do Algarve, pela costa, com os meus pais e os meus sobrinhos. Nessa altura já estava a viver na Irlanda, o que me faz rever o meu país ainda com mais gosto, aprecio cada momento com mais emoção e nostalgia.

Ilha do Pessegueiro, Portugal
Ilha do Pessegueiro, Portugal

Este local, além da beleza natural, também me trás memórias de umas curtas férias que lá passei há vários anos, com os meus pais. Pouco me lembro em concreto dessas férias, mas não esqueço o que senti. Quando escrevi o artigo sobre 5 locais em Portugal que recomendo a visitar, pensei mesmo nesta zona, e volto a referir, é mesmo uma zona que recomendo a visitar!

Para terminar, deixo aqui também uma música que fala da Ilha do Pessegueiro, que ouvi em loop enquanto escrevia este artigo 🙂

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