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Sydney, as primeiras horas para explorar a cidade

Isto de viajar por longas temporadas não é só paisagens magnificas e puro descanso, há que tratar de algumas coisas mais banais também, como por exemplo, lavar a roupa. Assim que cheguei a Sydney, isso foi a primeira coisa que fiz.

Check-in no hostel, comprar detergente para lavar a roupa ($2 AUD por saquinho de detergente…), e ir meter a roupa a lavar e secar ($4 AUD para cada). A brincadeira ficou-me em $10 AUD, não é muito mas podia ser menos… Só tenho roupa lavada para 6 dias, portanto tenho de pensar bem onde e como vou lavar a roupa, parecendo que não até requer alguma organização, pois em breve vou passar uns dias numas ilhas e convém ter roupa lavada para usar lá, que duvido que lavando com água salgada a roupa fique… boa para vestir?

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Aproveitando o dia, visto que já não iria fazer muito de turismo, tratei de fazer as marcações para o destino seguinte, Byron Bay, um dos vouchers que comprei é para fazer kayak no mar para ver golfinhos, e para isso teria de marcar com alguma antecedência…, vamos lá ver como corre. A aventura vai começar lá, até agora tem sido turismo apenas.

Depois disto tudo tratado, lá tive algum tempo e disposição para algum turismo. Encontrei-me com um australiano que conheci na minha viagem pelos Balcãs, o Mark, e ele levou-me a conhecer a zona das docas (principais) onde está a casa da Ópera de Sydney e de onde se vê muito bem “a ponte“. Ou como alguns locais chamam, o cabide de casacos… (há uma história por detrás disto).

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A volta foi curta, mas o suficiente para eu ficar deslumbrado pela cidade. Sydney é algo de inacreditável, o novo e o velho misturado numa harmonia quase perfeita, edifícios antigos reflectidos nos arranha céus espelhados, um bairro mais tradicional junto ao hiper-movimentado caís. Tantas diferenças e tão bem conjugadas. Até em termos culturais, é complicado perceber quem é turística e quem é nativo, tal não é a diversidade cultural da cidade.

Regressando ao hostel, foi quando comecei a reparar em alguns detalhes do quarto, algo bem desorganizado e… pouco limpo? Uns dias mais tarde apercebi-me que o quarto só estava sujo quando estavam lá raparigas? Sem querer julgar (muito), mas o estereotipo não diz que os homens é que são porcos e desarrumados? Talvez seja apenas em hosteis…

No dia seguinte fui passear pelo Jardim Botânico, uma escapadela da cidade ainda dentro da cidade. Fica mesmo junto à casa da Ópera e das docas principais, um pequeno oásis na cidade. Vale bem a pena passear por lá, até me deparei com um Festival do Tomate? Ainda provei um tomate cereja dourado ou que raio era, até era bastante bom, neste país faz bastante sol, bom para os vegetais e frutas. Enquanto dava umas voltas, recebi uma mensagem de um irlandês que tinha conhecido em Cork e que agora vive em Sydney para ir beber um café, lá fui eu para mais uma pausa! E quase que me esquecia que tinha planos para o almoço…

Sydney, as primeiras horas para explorar a cidade
Sydney, as primeiras horas para explorar a cidade

Pelo almoço fui até Coogee encontrar-me com um amigo da tuna e com a namorada dele, a primeira praia neste lado do Pacífico! O mar é bem mais quente que no Peru, bem mais agradável! Talvez devido às correntes que vêm do Equador? Enfim, foi uma tarde bem agradável, onde o Hugo fez questão de me mostrar algumas aranhas não muito pequenas que existem por aqui…, e saber se são mortíferas? Continuo sem querer me aproximar delas…

O dia já ia longo, e voltei para o hostel, esperavam-me uns dias de bom turismo pela frente.

By Gil Sousa

Português emigrado em Cork, viajante e apreciador de boa comida.

1 comentário a “Sydney, as primeiras horas para explorar a cidade”

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