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Percorrer o Circulo Dourado na Islândia de carro

Ir à Islândia é um sonho de muitas pessoas, e por muitas e boas razões. Principalmente pelas paisagens de tirar o fôlego e das paisagens quase intactas que deixam qualquer um de boca aberta. Mas não só, também aquela mística toda à volta de um país cheio actividades naturais únicas que para o comum dos mortais, nós, são apenas parte do nosso imaginário. Como os vulcões, as auroras boreais e o sol da meia-noite. Mesmo para quem tem poucos dias para visitar, o Circulo Dourado é uma pequena rota bem perto da capital e fácil de visitar.

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Visitar os Parques Nacionais da Califórnia

Infelizmente, ou felizmente, estamos a viver uma época em que o tema do ambiente é assunto bem mediático e já tem quase lugar garantido nos discursos da maioria dos políticos dos grandes países. Digo felizmente, porque é extremamente importante que se proteja o que nos dá vida, mas infelizmente pois muito mal já foi feito, e algum desse mal até já nem tem muita volta a dar…

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Itinerário alternativo para uma semana no Sul da Irlanda

Há 5 anos que vivo na Irlanda, e é frequente pedirem-me dicas sobre o que visitar ou o que fazer. Já escrevi inúmeros artigos sobre as minhas escapadelas e viagens, mas nenhum guia! Portanto, nada melhor que começar pelo país onde vivo para escrever este mini-guia.

De realçar que este guia é para um itinerário alternativo no sul da Irlanda. Portanto nem sequer vou sequer mencionar em Dublin ou outras zonas mais populares. Não faltam artigos sobre coisas a experimentar na capital. Neste artigo vou-me focar apenas no sul da Irlanda, onde vivo e conheço bem melhor.

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5 blogs de viagem em Português a seguir

Antes dos blogs…

Quando comecei este blog, há cerca de 9 anos atrás, o objectivo era apenas usá-lo como um diário. Nada de especifico em relação a viagens, mas principalmente sobre a minha experiência como estudante Erasmus na Alemanha (e os sentimentos de nostalgia despertaram ao escrever isto…). Ainda não tinha conta no Facebook, salvo erro nem sequer ainda sabia da existência dessa rede, portanto o blog era mesmo a melhor forma que tinha para partilhar as minhas experiências com os meus outros amigos e família.

Escrevi alguns artigos em (mau) inglês, para praticar, mas a grande maioria em português, só mais tarde decidi passar a escrever apenas em inglês como forma de ganhar prática e aprender com os meus próprios erros, e devo dizer que resultou em muito. Ainda assim, não era um blog de viagens, mas sim um diário onde partilhava muitas experiências das minhas viagens e não só.

Eu, a olhar sobre Meteóra - Grécia 2009
Eu, a olhar sobre Meteóra – Grécia 2009

Há cerca de 5 anos decidi focar-me num tema, um tema mais do que batido e com muita informação sobre o que estava a partilhar, ainda assim, por gostar de escrever, continuei com o blog e a escrever em inglês. E mais uma vez, aprendi com os meus erros (acho eu), foi então que fiz outra alteração e voltei a escrever essencialmente em Português.

Ainda assim, apenas escrevo pelo prazer da escrita e nunca ganhei um cêntimo com o blog, mas ganhei alguma experiência e recentemente também conhecimentos sobre divulgação e optimização de websites. Uma das melhor formas de aprender é com as experiências de outros, e como tal nada melhor do que seguir o que de melhor os outros fazem. Pelo gosto das viagens, já seguia vários blogs de viagem, mas recentemente apercebi-me que pouco conhecia do panorama nacional, e decidi pesquisar um pouco mais…

Quem mais escreve em Português sobre viagens?

Muita gente! Mas estando ausente do panorama nacional, nem sabia muito bem quem anda por aí, então perguntei em alguns grupos de viagem no Facebook quem anda por aí a escrever sobre viagens e em Português. Recebi algumas respostas e fui apresentado a mais uns blogs, dos quais vou falar abaixo.

Let’s Run Away

Este é um blog com muita divulgação de oportunidades baratas para quem gosta de viajar, escrito por um casal que, obviamente, adora viajar. Ele viaja, ela viaja, eles escrevem. É assim que identificamos quem escreve o quê, eles escrevem no blog sob os pseudónimos de “Shetravels” e “Hetravels” e vão dando dicas e contando experiências pela perspectiva de cada um.

Como muitos de nós, que adoramos viajar, eles começaram este blog para partilharem as promoções que vão encontrando, e que lhes dá a oportunidade de viajar sem levarem a conta bancária a zeros. O blog é muito novo, mas repleto de informação, viajam lowcost para poderem poupar e para poderem viajarem ainda mais, e fazem eles senão bem!

Visitem o blog deles, ou como eles dizem, Let’s Run Away?

Está no ar!! Visitem-nos em letsrunawaytravelblog.blogspot.pt ???

Uma foto publicada por Let’s Run Away Travel Blog ? (@letsrunawaytravelblog) a

 

halfway2happiness

O nome do blog poder-se-ia traduzir como Meio caminho para a felicidade, mas uma família de pai, mãe e filhote de 4 anos a viajar pelo mundo, mais me parece que encontraram o equilíbrio perfeito para uma felicidade completa! Investi algum tempo a ler os artigos deles e adorei a forma como escrevem, e sim, escrevi investi pois ler artigos apaixonantes sobre uma família que viaja é uma aprendizagem só por si.

 

Dobrar Fronteiras

O blog Dobrar Fronteiras é já um dos blogs de referência de Portugal, criado em 2006 numa altura em que o Facebook ainda não era tão popular em Portugal, foi um espaço que começou como forma de partilhar com amigos e família o decorrer de uma viagem épica de carro até à Guiné Bissau. A partir daí, são muitas mais histórias para todos nós acompanharmos!

Uma das coisas que mais gosto do blog é o seu estilo de escrita, é ler experiências na primeira pessoa e sentir que estamos ali, naquele momento da vida de uma pessoa real, e que partilha bem mais do que experiências mas também detalhes culturais sobre os locais que visitou.

 

Viajar só?

Mais outra apaixonada por viagens, claro está, ou não a estaria a listar neste artigo 🙂 Chama-se Marta, e tem um filho muito querido, que é o seu blog, que já conta com 5 anos. Fala, anda e até corre, pelo mundo, está um crescido o filhote da Marta! No blog conta-nos as suas experiências de viagem, em estilo de diário, e partilha também imensas dicas baseadas na sua experiência pessoal. Sendo natural do Algarve, onde também mora, são muitos os artigos que mostram o quão de bom e a conhecer tem a região lá bem no Sul do nosso cantinho.

Suécia! #Suécia

Uma foto publicada por Marta Faustino (@martafg23) a

 

Dalí&Cia

Último blog desta lista, o blog da Sra. D. e do Sr. P., como se apresentam, que é de encantar assim que se abre a página. Recheado de fotografias, e com alguns vídeos a acompanhar que nos levam a conhecer de perto por onde andaram. É um blog que mostra a todos aqueles, como nós que têm uma vida tradicional das 9 às 5, que é possível viajar e conhecer o mundo, ou como eles dizem, tirar o cu do sofá 🙂

E como eles (nós), existem muitos mais blogs em Português de quem partilha experiências e dicas de viagem, descendentes de descobridores com um bichinho pelas viagens bem vivo e sempre prontos para mais aventuras.


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5 blogs de viagem em Português

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Truques e dicas

Como fazer backup de Fotografias em Viagem?

Quando viajamos gostamos sempre de trazer algumas recordações e memórias, e fotografias são o meio que mais gente usa para capturar essas memórias. Mas e se algo falha? Como podemos fazer backup dessas dezenas ou centenas de fotografias que tirámos? Abaixo deixo algumas sugestões para evitar que essas memórias sejam perdidas para sempre.

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Truques e dicas

Infografia: Planear vs Preparar

Há uns meses escrevi um artigo sobre as diferenças entre planear uma viagem e prepará-la (ainda não o traduzi para Português), desta vez decidi passar para formato infográfico essa mesma informação, mas sem conclusões. Porquê? Porque ambas as formas têm vantagens e desvantagens, e cada pessoa viaja da forma como lhe apetece, a informação abaixo tem como base a minha experiência pessoal apenas.

Planear vs Preparar
Planear vs Preparar

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Oceânia Truques e dicas

O que levei na mala para a Austrália?

Agora que estou de volta, está na altura de analisar como correu o meu plano no que respeita a bagagem? Terá sido demais? Ou de menos? Foram dois meses na Austrália, sempre a saltar de hostel para hostel, acampar, passar duas noites num veleiro, e muitas mais aventuras. Antes de embarcar numa viagem deste calibre, claro que tive de pensar em como preparar a mala, o que levar para não condicionar demasiado a minha mala.

Gadgets

  • MacBook Pro
     (o modelo que tenho é bem mais antigo, tem uns 7 anos)
Australia o que levei na mala?
Australia o que levei na mala?
  • câmara fotográfica Nikon D5100 + lente 18-55
  • bateria extra para a Nikon
  • filtros para lentes da câmara
  • mini tripé
  • lente Nikkor 70-300
  • GoPro HERO4 BLACK
  • 2 baterias extra para a GoPro + adaptadores USB e isqueiro de carro
  • cartões de memória
  • Selfie Stick para a GoPro
  • Suporte para a GoPro para o peito
  • Disco Externo WD My Passport
  • iPhone
  • Nokia Windows Phone
  • cabos para os telemóveis, câmaras e Macbook Pro
  • bateria extra portátil
     (o modelo que tenho é de 6600mAh, mas não o comprei na amazon)
  • adaptador de corrente Swiss Travel Adaptor
  • Pebble Time Steel
  • Bem, esta lista é simplesmente gigante! Olhando para a lista abaixo, dá para ver bem quais foram as minhas prioridades nesta viagem… De tudo o que está nesta lista, usei absolutamente tudo! Houve uma coisa que usei menos, e que em parte me arrependo de ter levado, que é o suporte para o peito da GoPro. Só o usei uma vez, e não achei muito prático, curiosamente o selfie stick foi o que usei mais (apesar de ser um apologista de que é um acessório algo parvo, quando usado exclusivamente para selfies…).

    No que respeita aos cartões de memória, acabei por usar todos, e o disco externo tinha como propósito de ser uma cópia de segurança extra às fotos. Felizmente não fui roubado, mas foi sempre uma tranquilidade ter três cópias de tudo, no mac, no disco externo e nos cartões de memória. (Irei escrever um artigo sobre isto mais tarde).

    Já sobre os telemóveis, aposto que acharam estranho ter dois telemóveis na lista. Porquê dois? Como fui numa viagem longa, levei três cartões de crédito/débito comigo de duas contas bancárias diferentes, e estava com algum receio de ter algum dos cartões clonados, daí ter mantido um dos telemóveis com o meu número activo (irlandês) e outro com o novo número australiano, que usava para chamadas locais.

    Quanto ao Pebble…, acabou por deixar de funcionar…, mas isso é outra história…

    Roupas e higiene (e extras)

    Disto tudo, só houve duas coisas que nunca usei, a camisola de lã, que levei com o objectivo de vestir caso saísse à noite, mas os bares lá são bem mais relaxados e apenas exigem “não estar em tronco nu, e nada de havaianas ou descalço“, portanto nunca precisei de usar essa camisola. E o cachecol, levei-o pois no final da viagem apanhei o inicio do Outono em Melbourne e poderia ficar frio, mas não chegou às temperaturas que esperava (e ainda bem).

    A mala que levei para a Austrália
    A mala que levei para a Austrália

    Quanto à fronha de almofada, o uso foi bem diferente do que podem pensar. Em viagens anteriores usei sacos de plástico para a roupa suja, o problema disto é que a roupa fica a cheirar muito mal e quando misturado com roupa húmida, ainda pior! O motivo é que não há qualquer tipo de respiração dentro dos sacos de plástico. Já com a fronha de almofada, a roupa não cheira tão mal, e a roupa húmida não fica com o cheiro de podre… Além do mais, dá para lavar a fronha de almofada com o resto da roupa, ou seja, até o “saco da roupa suja” é lavado! Em dois meses de viagem, duvido que um saco de plástico fosse suficiente, e esta opção além de ser mais económica e higiénica, é também mais amiga do ambiente 🙂

    Durante dois meses deu para conhecer muita gente, e claro, deu para ver muitas malas de viagem. Tenho a dizer que não encontrei ninguém com menos bagagem do que eu! Senti um enorme orgulho nisso, não andei carregado, e nunca tive de usar a mesma roupa sem estar lavada. No entanto, claro, tinha de lavar a roupa a cada 6 dias e tinha de planear as “lavagens” de acordo com as aventuras.

    O que comprei ao longo da viagem

    Porquê algumas destas coisas? Corta-unhas e produtos de higiene, como não fiz check-in de bagagem nenhuma na ida para a Austrália, tive de deixar algumas coisas em terra, como líquidos e o corta-unhas (que não se pode levar na bagagem de mão). Sim, a minha bagagem era tão minima que pude levar tudo comigo!

    Quanto à toalha de praia, simplesmente alguém roubou (ou levou por engano) a minha toalha de viagem…, tive de comprar outra… E os óculos de sol, perdi os que tinha, e tive de comprar uns novos…

    Já em relação ao cartão de memória, tive alguns problemas com a GoPro, em que o apoio técnico me disse que o motivo era de incompatibilidade do cartão. Não era. O problema foi com o cabo usado…, mas pronto, gastei dinheiro desnecessariamente se eles me soubessem ajudar devidamente…

    As almofadas de viagem. Bem, foi simplesmente uma oportunidade que apanhei, encontrei aquela almofada modular e como estava em promoção aproveitei. Foi uma grande ideia, visto que a outra almofada insuflável era algo desconfortável e até dormia bem pior com ela do que sem nada…

    Os sacos… O saco térmico, acho que o motivo é óbvio, andava sempre de um lado para o outro e a comer nos hosteis, portanto convinha ter algo para me conservar a comida entre cidades. O outro saco? Para andar nos veleiros não podemos levar anda com fechos de zips! Nada mas mesmo nada! O motivo é que os percevejos de cama (nunca ouvi tal nome, tive de traduzir de inglês para português…) se escondem nos zips, e em barcos é um grande problema, então simplesmente proíbem qualquer saco com fechos de zip.

    Em suma, consegui organizar-me mesmo muito bem para uma viagem de longa duração levando pouca coisa, e ainda assim acabei por listar duas coisas que nunca cheguei a usar! Moral da história, dá sempre para reduzir no que se leva dentro da mala, nunca vamos precisar de tudo, nunca vamos usar tudo o que levamos.

    Em viagens de curta duração, isto não é um grande problema, são apenas uns dias e se não usarmos tudo não custa muito carregar a mala. Mas em viagens de 1 mês ou mais, o peso da mala começa a tornar-se um problema, e começa a ser cada vez mais chato arrumar a mala entre cidades, e começa a ser mais fácil perder coisas, e afins. A mala de viagem é suposto ser aquela coisa onde temos o que precisamos sem ser um incómodo, após algumas semanas acreditem, vão detestar a vossa mala se a tiverem de carregar e arrumar demasiado…


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    5 viagens de comboio épicas na Europa

    Viajar é uma forma incrível de expandirmos os nossos horizontes, mentalidade e conhecimento. Uma das formas que mais gosto de viajar é por terra, passando por várias localidades e sentir as diferenças de culturas a mudarem em frente aos meus olhos. E que melhor forma do que fazer umas viagens de comboio, sem filas de trânsito e confortavelmente?

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    O que levei na mala para a Disneyland Paris?

    Esta viagem foi única para mim, foi a primeira vez que viajei com crianças e sozinho! Decidi oferecer um fim-de-semana diferente aos meus sobrinhos, de 5 e 8 anos. Primeira vez que foram à Disneyland Paris, e surpresa absoluta para eles, não faziam ideia para o que iam.

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    O que levei na mala para a Escócia?

    Mais outro artigo sobre o que levei dentro da mala, desta vez sobre a minha viagem à Escócia. Apesar de parecer um artigo sem interesse, é sempre boa ideia saber como outra pessoa prepara a mala e o que correu mal (ou bem). Faço estas análises após a viagem, pois faz bem mais sentido fazer uma análise mais detalhada do que simplesmente listar elementos que foram numa mala.

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    O que levei na mala para as Balcãs?

    Este é o segundo artigo que escrevo sobre o que coloco na minha mala de viagem, e tal como da outra vez, escrevo este artigo após a minha viagem para que consiga também analisar o que correu bem e o que aprendi com a experiência.

    Gadgets

    Então, desta lista toda, algumas coisas mal usei e outras que senti alguma falta. O para-sol para a kit lens foi totalmente desnecessário, nunca o usei. A lente 70-300mm acho que vou começar a deixar em casa, apesar de lhe ter dado bastante uso em alguns Parques Nacionais (Croácia e Montenegro), foi algum peso desnecessário tendo em conta que só a usei em 2 ou 3 situações. Senti bastante falta do iPad, principalmente porque leio bastante rápido quando estou de férias, e a meio das minhas férias já não tinha livro para ler…, além do mais, teria escrito alguns artigos para o blog no iPad naquelas horas mortas.

    Above the clouds
    Above the clouds

    Roupas e higiene

    • mala de viagem Lowe Alpine TT
    • bolsa para a câmara e lentes
    • saco de plástico (para roupa suja)
    • 3 camisas de manga curta
    • 1 calções
    • 1 calças de hiking (com pernas removíveis)
    • 1 calções de praia
    • 1 par de calças
    • 2 t-shirts
    • 6 pares de boxers
    • 9 pares de meias
    • toalha de praia
    • 1 camisa de manga curta
    • 1 sweatshirt
    • 1 camisola
    • 1 par de ténis
    • pasta de dentes
    • escova de dentes

    Desta vez, acertei em quase tudo! Mas claro, sempre com algumas coisas desnecessárias. A sweatshirt nem foi desdobrada, era bastante fina e a ideia era para usar no caso da noite ficar mais fria, algo que felizmente não aconteceu. A camisola também não foi usada, devia ter levado apenas uma delas, é que nem quando voltei para a Irlanda senti necessidade de usar uma camisola (apesar de estarem 20 graus a menos comparando com Atenas). Dos 9 pares de meias, apenas usei 3, pois andei quase sempre em havaianas (ler lista mais abaixo), ou seja, 9 pares foi mesmo exagero… A toalha de praia foi boa ideia, mas acho que vou investir numa toalha de viagem mega compactável! Faz uma boa diferença no espaço, e não tenho de ter uma toalha húmida junto ao resto da roupa.

    Coisas que comprei ao longo da viagem

    Isto foi uma nova abordagem para mim, quando me apercebi que se calhar até conseguia levar apenas uma mala de mão nesta viagem, decidi deixar algumas coisas para comprar durante a viagem. Em vez de ir carregado com shampoo, e ter de me preocupar com os mililitros ao passar no aeroporto, achei que seria boa ideia deixar este tipo de coisas para comprar na chegada, e acho que resultou bastante bem! Claro que sobrou, o creme hidratante deixei-o em Florina pois já não fazia intenções de ir à praia, o shampoo e o protector solar deixei-os em Atenas pois não tinha como os trazer de volta para a Irlanda. As havaianas e o chapéu foram compras essenciais, além de não os ter na Irlanda para levar, aproveitei para comprar em locais bem mais baratos do que a Irlanda. Já o tripé, foi outra experiência, normalmente levava um tripé grande nas minhas viagens e era chato de carregar, então decidi comprar um mini-tripé, que resultou bastante bem! Vai ser o meu tripé de viagens!

    Em suma, acho que desta vez preparei bastante bem a minha mala, andei pouco carregado e não tive de me preocupar com muito 🙂 Foram 16 dias de viagem, sempre por terra.


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    10 dicas de como preparar uma viagem (aos Balcãs)

    Daqui a um mês já devo estar a sentir aquela ansiedade antes de uma viagem, passando a fase actual da excitação pré-viagem. Por norma gosto de deixar planos em aberto, no passado os meus planos correram bem mal, mas é com as experiências menos boas que se aprende mais. Desta vez o destino não será apenas um país, mas uma zona. Uma viagem de 10 dias pelos países dos Balcãs.

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    A minha lista de “Coisas a Não Esquecer”

    Fazer a mala antes de uma viagem é uma das coisas mais excitantes para mim, mais ainda do que aquele clique que confirma a reserva do voo, ou aquele “trabalho” de preparação para a viagem. Fazer a mala significa que dentro de umas horas vou partir, que em breve os meus sonhos vão passar a ser memórias, que aquelas fotos fantásticas que vi vão passar pela minha objectiva e que vou ter ainda mais histórias para contar! Mas convém não esquecer de nada quando se preparar a mala!

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    5 lugares em Portugal a visitar

    Para quem não é português (mas fala ou compreende português), a primeira questão que lanço é, já foram a Portugal? Se a resposta é não, então nem sabem o que estão a perder 🙂 Portugal é um dos países da Europa com menor custo para quem o visita, um país com 800 anos de história como nação mais umas quantas centenas de anos de cultura e património. Lisboa, a nossa magnifica capital, é uma das cidades mais antigas do mundo, e definitivamente a mais antiga da Europa Ocidental! Sim, ainda mais antiga que Roma, Paris e Londres!

    A temperatura média em Lisboa é bastante amena, durante o Inverno ronda os 17ºC, que é quase Verão para a grande maioria dos países nórdicos da Europa! E, em média, apenas temos 82 dias de chuva, menos de 3 meses por ano!

    Portugal tem cultura, tem história, tem praias, tem montanhas, opções de aventura e tranquilidade, podem encontrar tudo isto neste pequeno país colado a Espanha 🙂

    Após esta pequena introdução, que certamente não é surpresa para muitos de vós, aqui fica a minha lista de 5 lugares em Portugal que deveriam ser mais apreciados por quem nos vem visitar.

    5º – Douro Vinhateiro

    Douro é o segundo maior rio de Portugal, no norte do país com foz na cidade do Porto. O Douro Vinhateiro é um longo vale onde estão as vinhas que produzem o famoso vinho do Porto, que desde 2001 é Património Cultural da Humanidade da UNESCO.

    Para explorar devidamente esta região serão necessários alguns dias, e felizmente, para lhe facilitar a visita, as opções turísticas são diversas. A minha recomendação seria visitar a região de carro, mas não é uma rota para condutores mais inexperientes, as estradas são estreitas e com dois sentidos pelas encostas do vale. Também existe a possibilidade de fazer parte desta rota de comboio ou pelo rio num dos vários cruzeiros turísticos que podem encontrar nas cidades do Porto ou Vila Nova de Gaia.

    Douro Vineyards
    Douro Vineyards, ©Paulo Soares

     

    4º – Viana do Castelo

    Viana do Castelo é uma pequena cidade bem no norte de Portugal, é também a sede do distrito com o mesmo nome. Se gostam de cidades pequenas mas acolhedoras, Viana do Castelo deveria estar na vossa lista a visitar. Além de tudo aquilo que seria de esperar numa cidade para relaxar, serão certamente surpreendidos com alguma arquitectura familiar. A Basílica de Santa Luzia certamente será a que irá despertar mais a atenção, estando num ponto alto bem visível da cidade, é bem similar à famosa Basílica de Sacré Coeur em Paris, no entanto ao contrário do que muita gente julga, não se trata de uma imitação pois o projecto para a Basílica de Santa Luzia foi feito bem antes da construção do Sacré Coeur.

    Outra peça arquitectónica que irá despertar a curiosidade aos mais atentos é a ponte ferroviária, que tem a assinatura da casa de Eiffel.

    180.2011
    180.2011 ©Francisco Oliveira

     

    3º – Almeida

    Faz vários anos que não visito esta pequena vila, mas é sem sombra de dúvidas é um local a visitar por todos aqueles que gostam de arquitectura bélica. Almeida é uma vila-fortificação em forma de estrela, parte de um conjunto de 3 vilas medievais (do mesmo concelho) que ocupam posições estratégicas na defesa do vale do rio Côa. Apesar da importância cultural que esta vila tem, ainda não é Património da Humanidade da UNESCO, no entanto é reconhecida como Património Nacional desde 1928.

    Após visitarem o Douro Vinhateiro, o desvio para Almeida valerá bem a pena 🙂

    Almeida - Guarda Portugal
    Almeida – Guarda Portugal ©[email protected]

     

    2º Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

    Uma zona de Portugal para quem gosta de fazer praia sem as grandes multidões dos locais habituais, com várias vilas pitorescas, um enorme parque natural e muito mais para explorar. É a uma zona fantástica para quem gosta de Natureza, e tendo em conta o clima em Portugal, certamente bastante convidativo a ciclo-turismo 🙂

    Um dos meus locais preferidos no Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina é a ilha do Pessegueiro onde está um forte com cerca de 500 anos. Na outra ponta do Parque Natural encontra-se o Cabo de São Vicente, no extremo Sudoeste de Portugal, e bem perto a Fortaleza de Sagres na Ponta de Sagres.

    Monte Clerigo beach. Costa Vicentina. Portugal.
    Monte Clerigo beach. Costa Vicentina. Portugal. ©Ricardo Fernandez

     

    1º – Óbidos

    Deixei a minha vila favorita para o fim. Desde pequeno que vou a Óbidos, as minhas férias de Verão foram passadas bem próximo e uma visita a esta belíssima vila era regular. A vila de Óbidos é uma vila-castelo, o nome deriva do latim ópido que significa citadela. É relativamente fácil chegar a Óbidos vindo de Lisboa pela linha ferroviária do Oeste, a viagem é demorada mas vale bem a pena a espera. O ideal é deixarem-se perder pelas ruas estreitas da vila, percorrerem a muralha e não deixarem de visitar o castelo. Fora das muralhas também há o Aqueduto para visitar. Se forem em Março, não percam o Festival do Chocolate, apesar de ser muito turístico é uma experiência a não perder 🙂

    Óbidos
    Óbidos ©Francisco Bernardo

    Espero que gostem da lista, é simplesmente uma sugestão a visitarem alguns locais em Portugal além dos habituais, que também não devem ser desconsiderados 🙂


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    5 lugares em Portugal a visitar

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