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Viajar de Montenegro até à Macedónia do Norte de autocarro

Este é um daqueles artigos que mais demorei a escrever, faz em Junho três anos desde que cruzei a fronteira de Montenegro com a Albânia com destino à Republica ex-Juguslava da Macedónia, e o motivo de ter demorado tanto tempo até escrever este artigo é bem pessoal, uma experiência de viagem que não desejo a ninguém.

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Uma volta por Montenegro num dia?

Parece muito, não parece? Mas depois olhamos para o mapa e pensamos O país até é pequeno, deve dar na boa…

Pois, mas não dá. Claro que não, há sempre imenso para ver e conhecer, só este pequeno país tem 5 Parques Nacionais. 5! E sabiam que Portugal apenas tem um? Pois, é verdade, mas explico mais abaixo o porquê disso. Quanto a Montenegro, quando se tem pouco tempo tenta-se sempre aproveitar ao máximo, por vezes é uma boa decisão, outras vezes mais valia ficar a dormir na praia. Felizmente, neste caso foi uma boa decisão.

Deixei os planos em aberto, nem sabia ao que ia, quando cheguei ao hostel vi que tinham um roteiro que parecia interessante, então inscrevi-me. Excelente oportunidade para conhecer outras pessoas, e excelente oportunidade para conhecer algo sobre o país, parecia-me o plano ideal para um dia em que não tinha nada planeado. Montenegro é um país bem pequeno e recente (como independente), mas dada a localização geográfica já estava a contar com muita história e curiosidades sobre o país. Não fiquei desiludido!

Miradouro em Lovcen
Miradouro em Lovcen

O primeiro ponto (importante) de paragem foi o Mausoléu de Njegoš no Parque Nacional Lovcen, o Mausoléu mais elevado do mundo, onde está sepultada a pessoa mais importante para os Montenegrinos, o prince-bispo Njegoš. O Mausoléu fica no segundo ponto mais alto do Parque Nacional, e a vista é de tirar o fôlego, literalmente… Para lá chegar acima, temos de subir imensos degraus, parece que nunca mais acaba, mas vale bem a pena. Importante referir que a visita não termina dentro do Mausoléu, há mais para ver por detrás do mesmo 🙂 No final de um caminho de uns 100 metros está um dos miradouros, de onde dá para ver o mar! Num dia de céu limpo como o que tivemos, é mesmo de ficar ali a apreciar a vista.

Como foi uma visita guiada, foi também repleta de curiosidades, falámos imenso sobre Njegoš, o facto de ser uma das pessoas mais inteligentes que por ali passou, falar fluentemente vários idiomas, e o facto de ser bastante atraente e desejado pelas mulheres… De relembrar que ele também era bispo, e segundo o nosso guia, ele morreu com sifilis… Claro que o guia fez algumas piadas, mas esta não é a informação oficial. Pelo que pesquisei, existe mesmo muito pouco a falar do assunto.

Porque é que só temos um Parque Nacional?

Para ter a certeza do que falo, enviei um email para o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e a resposta que recebi não poderia ser melhor. Deu para perceber porque é que apenas temos um Parque Nacional, e quais as diferenças entre Parque Nacional e Parque Natural. A resposta que recebi encontra-se citada abaixo, na integra:

Por Parque Nacional entende-se “uma área que contenha maioritariamente amostras representativas de regiões naturais características, de paisagens naturais e humanizadas, de elementos de biodiversidade e de geossítios, com valor científico, ecológico ou educativo. A classificação de um Parque Nacional visa a proteção dos valores naturais existentes, conservando a integridade dos ecossistemas, tanto ao nível dos elementos constituintes como dos inerentes processos ecológicos, e a adoção de medidas compatíveis com os objetivos da sua classificação.”

Enquanto que por Parque Natural entende-se “uma área que contenha predominantemente ecossistemas naturais ou seminaturais, onde a preservação da biodiversidade a longo prazo possa depender de atividade humana, assegurando um fluxo sustentável de produtos naturais e de serviços.”

A grande diferença reside na existência de regiões naturais e na dependência da atividade humana para a preservação da biodiversidade existente. Em Portugal quase todo o território é constituído por paisagens e ecossistemas fortemente humanizados, e muitos deles dependem da manutenção de determinadas atividades humanas para continuarem a existir e para se manterem as condições que deram origem à biodiversidade que neles se encontra.

Existem ainda as Reservas Naturais, habitualmente áreas mais pequenas do que os Parques, mas com elevadíssimo valor para a conservação que correspondem a “uma área que contenha características ecológicas, geológicas e fisiográficas, ou outro tipo de atributos com valor científico, ecológico ou educativo, e que não se encontre habitada de forma permanente ou significativa. A classificação de uma Reserva Natural visa a proteção dos valores naturais existentes, assegurando que as gerações futuras terão oportunidade de desfrutar e compreender o valor das zonas que permaneceram pouco alteradas pela atividade humana durante um prolongado período de tempo, e a adoção de medidas compatíveis com os objetivos da sua classificação.”

Mais informação também pode ser encontrada aqui.

Do Mausoléu, fomos tomar o pequeno almoço numa pequena vila junto ao Parque Nacional, Njeguši, a terra Natal da dinastia que reinou em Montenegro por mais de 200 anos. Nessa localidade tivemos a oportunidade de provar presunto de Montenegro, que curiosamente está banido da União Europeia devido à quantidade de sal usado? Sério? Como pequeno almoço também provámos uma aguardente…, demasiado cedo? Não sei, mas tinha de provar!

Estátua de Njegoš
Estátua de Njegoš

Dalí seguimos até Cetinje, a antiga capital de Montenegro e ainda onde fica a residência oficial do Presidente e algumas embaixadas com edifícios bem bonitos. Andámos um pouco pela cidade para a conhecer, fomos até a um museu, de onde dá para ver uma maquete do relevo do país…, o nome diz tudo, o país está todo numa cordilheira, é simplesmente fascinante! Algumas das embaixadas foram reaproveitadas como bibliotecas e outros edifícios públicos, enquanto fazíamos o passeio a pé o guia foi-nos explicando um pouco da história recente do país. O porquê de terem ficado independentes com um referendo apenas, enquanto que  o Kosovo não consegue, o motivo é simples, o país já existia como tal antes da União. E quando tudo se separou, ficou como “Sérvia e Montenegro“, era este o nome do país sem declaração de soberania. O referendo foi fácil, e a transição ainda mais fácil.

Claro que surge a questão da moeda, como funcionava? O guia como piada disse que era bilionário…, a moeda local estava tão desvalorizada que os salários eram em bilhões de Dinares (Sérvios). Curiosamente, a zona de Montenegro tinha uma vantagem, em acordo com a Alemanha podiam usar o Marco Alemão, ou seja, não teriam problemas com desvalorizações, apenas teriam de converter os salários assim que recebiam. Questão de horas poderia significar uma perda significativa de dinheiro. Por isso, hoje usam o Euro, ainda que não sejam parte integrante da União Europeia. Eles têm permissão para usar a moeda da UE, e assim não sofrem com os problemas de desvalorização, e até para turismo tudo se torna bem mais fácil.

Rio Crnojevica
Rio Crnojevica

O próximo ponto de visita era opcional, passeio de barco pelo rio Crnojevica, que desagua no lago Skadar, o maior lago dos Balcãs e também um Parque Nacional. No que respeita a flora e fauna, é divinal! Tantos pássaros, um paraíso para quem gosta de fotografar e ver aves. No entanto, fiquei algo desiludido com a ligeira poluição no rio…, várias garrafas de plástico a boiar…, e tendo em conta que estávamos num Parque Nacional, a decepção acentua-se um pouco. Mas ignorando isso, é algo talvez a parte que mais gostei da viagem, é um rio lindo e de uma paz brutal! Ao regressarmos ao pequeno porto, fomos almoçar, e claro…, peixe! O restaurante bem castiço, com vista para o rio e no meio do nada, acho que ali já estava completamente apaixonado por Montenegro.

Vida selvagem em Skadar
Vida selvagem em Skadar

O último ponto da viagem foi Budva, uma localidade costeira bem perto de Kotor, onde fomos à praia! Mas antes da praia demos uma volta pelas muralhas da vila, onde reparámos alguns sinais em Russo. Sim, russo, não apenas cirílico (que seria de esperar vindo da Sérvia). Como sei isso? Uma das pessoas que ia na excursão comigo é filho de russos! Australiano e filho de russos, quais as probabilidades? Ele foi a minha companhia durante quase o tempo todo em Kotor, e por coincidência acabámos na mesma excursão, excelente companhia! E lá fomos até à praia, uma pequena praia mesmo junto à vila, depois de uns banhos de sol fomos nadar ao que começo a ouvir alguém falar em Português com pronuncia brasileira…, um grupo de brasileiros junto às bóias! Completamente bêbados, com 1 copo de vinho branco na mão, e…. com um telemóvel a tirarem fotos e a filmarem! Como ri, e ter de traduzir aquilo tudo para o Australiano? Ainda mais me ria! Ver o brasileiro a nadar com o telemóvel na mão para evitar molhá-lo, genial! Mas que grande Camões! Foi um tempo mesmo muito bem passado na praia, para relaxar depois de um dia inteiro a passear de um lado para o outro. Não fosse…, o relógio ter avariado dentro de água 🙁 Supostamente era à prova de água… 🙁

Budva
Budva

Depois só faltava o regresso a Kotor, passando por Jaz, uma praia junto a Budva onde estavam a decorrer uns concertos com gente bem famosa (não me recordo de quem agora), e com filas intermináveis…, estivemos parados imenso tempo no trânsito até podermos seguir para Kotor, mas finalmente chegámos ao hostel!


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Kotor – Uma pérola no Adriático

Kotor foi a quarta paragem nas minhas férias pelos Balcãs, uma vila de que pouco ou nada sabia e que apenas tinha visto umas imagens que encontrei no Google. Pareceu-me que iria gostar, os livros de turismo também recomendam imenso a vila, e lá me decidi. Curiosamente recebi algumas opiniões contrárias, o que até ajudou a gostar ainda mais daquela vila – [TWEETBLOCK text=”Tweet this”]quando as expectativas são baixas, tudo nos surpreende pela positiva[/TWEETBLOCK].

Chegar a Kotor já não foi assim tão simples, quando fiz a reserva vi que tinha duas opções, uma por Dubrovnik, em que teria de passar por três fronteiras, e outra directa para Montenegro, apenas passando por uma fronteira. Visto que nem iria parar em Dubrovnik, a decisão foi simples, menos filas, menos chatices. Fui directamente para Montenegro. No entanto… nem tudo é assim tão simples, e isso é parte da piada numa viagem. Acontece que entrei no autocarro errado, uma rota de que nem sequer tinha conhecimento, que deu uma volta enorme por Montenegro, até pela capital passei! Quase que serviu de rota turística…

A viagem foi surreal, estradas com pavimento em boas condições, mas imensas curvas e contra-curvas pela montanha, o motorista sempre a acelerar numa carrinha de 18 lugares (acho que eram 18). A certa altura, a porta traseira abre e ele continua a acelerar, até que alguém começa a gritar para ele parar! Por sorte nenhuma mala caiu, nem sei como! A passagem pela fronteira foi bastante simples, tivemos duas paragens de controlo de passaporte, a uns 100 ou 200 metros de distância uma da outra, e a partir de aí já estávamos em Montenegro.

O nome do país tem por origem o nome em italiano, da altura do reino Veneziano, em que chamavam àquela area de Monte Negro, pelas montanhas escuras e por ser uma zona com um relevo muito acidentado. O país todo é uma autêntica cordilheira, acho que quem aprende a conduzir ali, não terá dificuldades em conduzir em mais lado nenhum…

Baia de Kotor
Baia de Kotor

A chegada a Kotor foi algo de fantástico, a vila fica numa zona tipo fiordes, aliás, a zona até é considerada como os Fiordes do Adriático, e para lá chegar temos de descer a montanha toda. Agora imaginem o que é ver aquelas montanhas com um rasgo de mar e uma vila medieval, enquanto se desce por uma estrada serpenteada. Acho que fiquei apaixonado ainda antes de chegar.

O autocarro parou no terminal, que fica perto das muralhas do centro histórico, pelo mapa sabia que o hostel fica dentro das muralhas, então lá me aventurei pelas ruelas até encontrar o hostel, que foi mais outra surpresa fantástica. Sim, foi um pouco caro para o normal nos Bálcãs, mas valeu mesmo a pena! As condições são bastante boas, com wc privado, o hostel está dividido em duas alas, uma delas com uma sala de estar mais zen, onde podemos ler e relaxar sem barulho, e outra ala mais social. A recepção tão foi algo de original…, assim que viram o meu passaporte português, a primeira coisa que me disseram foi “Pó caralho“, a surpresa foi tal que fiquei mesmo chocado! Não por ser pudico, mas mesmo por não estar à espera de ouvir português e muito menos um palavrão! Fiquei logo apresentado, staff mega relaxado e divertido, sabia que iria ter uns dias muito bons!

Hanging clothes in #Kotor #Montenegro #OldTown #KotorOldTown

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

Depois do check-in no hostel, fui aventurar-me pela vila, subi a muralha até quase ao topo da montanha, que tem uma vista fantástica, de tirar o fôlego, literalmente…, que subir aquilo durante as horas de calor, não é nada uma ideia inteligente… Uma recomendação para quem quer fazer esta caminhada, levem água, mas mais de 1 litro, pois vão precisar. Existem várias pessoas a venderem água ao longo da encosta, mas cada garrafa de água eram uns 3 euros…, nada barato mesmo. Até para subir as muralhas temos de pagar, mas se forem de manhã bem cedo, ou mais perto do pôr do sol, podem entrar sem pagar.

A meio caminho do topo passamos pela capela de São Nicolau, com uma das vistas mais famosas de Kotor. Pesquisando por fotos de Kotor, esta vista é provavelmente a que irá aparecer mais vezes. Lá de cima, vi um cruzeiro junto à vila de Kotor, de tal forma grande, que fazia a vila parecer ainda mais pequena do que é. Durante o Verão chegam cruzeiros para encherem a vila de turistas, que ao final do dia se vão embora. Quem passa a noite na vila nota bem a diferença na quantidade de pessoas que estão nas ruas antes e após as 5 da tarde, hora em que normalmente os cruzeiros se preparam para partir.

Cruzeiro em Kotor
Cruzeiro em Kotor

Já de volta ao hostel, assim que entrei na sala da recepção fui logo abordado e convencido a me juntar a um churrasco organizado por eles, achei que seria uma excelente forma de conhecer pessoas, e porque não? Estava sozinho. Devo dizer que o staff do hostel é excelente a vender produtos, além do churrasco também me convenceram a participar numa ronda dos bares, não é muito o meu estilo, mas porque não? Acabei por me divertir imenso em ambos os eventos e conhecer bastantes pessoas, mas a certa altura tive de escapar-me do grupo e voltar para o hostel, a quantidade de álcool já ia avançada, e no dia seguinte tinha de acordar cedo para uma excursão… Foi um primeiro dia muito bom e cheio de animação em Kotor, e grande parte da experiência devo ao staff do hostel Old Town Kotor 🙂


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Kotor - Uma pérola no Adriático

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O meu itinerário pelos Balcãs, de Zagreb a Atenas

Agora que estou de regresso da minha viagem, e a todo o gás com tempo novamente para escrever, aqui vai o primeiro artigo da série da minha viagem pelos Balcãs. E o primeiro artigo, pós viagem, é sobre a rota e sobre os motivos que me levaram a escolher os locais por onde passei.

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O que levei na mala para as Balcãs?

Este é o segundo artigo que escrevo sobre o que coloco na minha mala de viagem, e tal como da outra vez, escrevo este artigo após a minha viagem para que consiga também analisar o que correu bem e o que aprendi com a experiência.

Gadgets

Então, desta lista toda, algumas coisas mal usei e outras que senti alguma falta. O para-sol para a kit lens foi totalmente desnecessário, nunca o usei. A lente 70-300mm acho que vou começar a deixar em casa, apesar de lhe ter dado bastante uso em alguns Parques Nacionais (Croácia e Montenegro), foi algum peso desnecessário tendo em conta que só a usei em 2 ou 3 situações. Senti bastante falta do iPad, principalmente porque leio bastante rápido quando estou de férias, e a meio das minhas férias já não tinha livro para ler…, além do mais, teria escrito alguns artigos para o blog no iPad naquelas horas mortas.

Above the clouds
Above the clouds

Roupas e higiene

  • mala de viagem Lowe Alpine TT
  • bolsa para a câmara e lentes
  • saco de plástico (para roupa suja)
  • 3 camisas de manga curta
  • 1 calções
  • 1 calças de hiking (com pernas removíveis)
  • 1 calções de praia
  • 1 par de calças
  • 2 t-shirts
  • 6 pares de boxers
  • 9 pares de meias
  • toalha de praia
  • 1 camisa de manga curta
  • 1 sweatshirt
  • 1 camisola
  • 1 par de ténis
  • pasta de dentes
  • escova de dentes

Desta vez, acertei em quase tudo! Mas claro, sempre com algumas coisas desnecessárias. A sweatshirt nem foi desdobrada, era bastante fina e a ideia era para usar no caso da noite ficar mais fria, algo que felizmente não aconteceu. A camisola também não foi usada, devia ter levado apenas uma delas, é que nem quando voltei para a Irlanda senti necessidade de usar uma camisola (apesar de estarem 20 graus a menos comparando com Atenas). Dos 9 pares de meias, apenas usei 3, pois andei quase sempre em havaianas (ler lista mais abaixo), ou seja, 9 pares foi mesmo exagero… A toalha de praia foi boa ideia, mas acho que vou investir numa toalha de viagem mega compactável! Faz uma boa diferença no espaço, e não tenho de ter uma toalha húmida junto ao resto da roupa.

Coisas que comprei ao longo da viagem

Isto foi uma nova abordagem para mim, quando me apercebi que se calhar até conseguia levar apenas uma mala de mão nesta viagem, decidi deixar algumas coisas para comprar durante a viagem. Em vez de ir carregado com shampoo, e ter de me preocupar com os mililitros ao passar no aeroporto, achei que seria boa ideia deixar este tipo de coisas para comprar na chegada, e acho que resultou bastante bem! Claro que sobrou, o creme hidratante deixei-o em Florina pois já não fazia intenções de ir à praia, o shampoo e o protector solar deixei-os em Atenas pois não tinha como os trazer de volta para a Irlanda. As havaianas e o chapéu foram compras essenciais, além de não os ter na Irlanda para levar, aproveitei para comprar em locais bem mais baratos do que a Irlanda. Já o tripé, foi outra experiência, normalmente levava um tripé grande nas minhas viagens e era chato de carregar, então decidi comprar um mini-tripé, que resultou bastante bem! Vai ser o meu tripé de viagens!

Em suma, acho que desta vez preparei bastante bem a minha mala, andei pouco carregado e não tive de me preocupar com muito 🙂 Foram 16 dias de viagem, sempre por terra.


Nota: Os links listados são afiliados, que poderão dar uma pequena fonte de receita para ajudar a manter o blog.

 

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10 dicas de como preparar uma viagem (aos Balcãs)

Daqui a um mês já devo estar a sentir aquela ansiedade antes de uma viagem, passando a fase actual da excitação pré-viagem. Por norma gosto de deixar planos em aberto, no passado os meus planos correram bem mal, mas é com as experiências menos boas que se aprende mais. Desta vez o destino não será apenas um país, mas uma zona. Uma viagem de 10 dias pelos países dos Balcãs.