Análise de 2017 e Planos para 2018

Análise de 2017 e Planos para 2018

Como já vem sendo hábito, todos os anos faço uma pequena análise de como correu o ano, e estipulo alguns objectivos para o ano que vem aí. Mesmo quando o blog anda quase parado, é um artigo que faço questão de escrever todos os anos, e que me ajuda a reflectir nas coisas que correram menos bem, e por vezes até ajuda a recuperar a fé quanto ao estado do blog, e ainda fazer uns planos para 2018.

Uma das técnicas que uso para reflectir no ano que está a terminar é olhando para os meus álbuns de fotografias, se há coisa que tenho mantido sempre constante é este gosto pela fotografia, e olhando para os vários destinos que visitei, fico com uma ideia de como o ano me correu. Depois, olho para o artigo do ano anterior, e vejo que objectivos estipulei… Assim só por alto, até já me dá medo de escrever a análise deste ano…

Here we go again! 1/2 flights!

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Análise de 2017

Começando pelos objectivos que tinha definido…

Escrever todos os artigos pendentes sobre viagens passadas

Só de olhar para a imagem abaixo, quase que nem é preciso de afirmar que falhei miseravelmente com este objectivo… Mas é um objectivo a ajustar para 2018. Mas mais abaixo dou mais detalhes sobre como pretendo fazer isto.

Artigos a escrever
Artigos a escrever

Escrever para uma revista ou publicação de renome

E nope…, não aconteceu…, nem me esforcei por isso… E nem será um objectivo para 2018. É algo que não acho que seja praticável neste momento, e o blog não tem tido o dinamismo que seria necessário para poder causar um impacto ao ponto de uma revista ou publicação considerar um artigo meu. Talvez num futuro mais distante.

Mudar para uma nova cidade, de preferência noutro país

Bem, isto não aconteceu. Mas esforcei-me imenso para concretizar este objectivo. Acho que já esteve mais longe do que pensava, e estive bem perto de tornar este sonho uma realidade. Continua a ser um objectivo, duvido que o consiga concretizar para 2018, por motivos pessoais, mas é um objectivo para o qual continuo bem focado. Aliás, um dos motivos a que me levou a desleixar-me tanto com o blog, foi mesmo a dedicação em concretizar este objectivo.

Ir a algum sitio diferente uma vez por mês

Até me tinha esquecido deste objectivo, mas vou revê-lo mais abaixo com a minha análise sobre o que aconteceu em cada mês. Neste preciso momento, em que estou a escrever esta linha, não faço a mais pequena ideia se consegui concretizar este objectivo. Mas caso não o tenha feito, será certamente um objectivo para 2018 e nas mesmas condições, seja Irlanda ou fora, mas pelo menos um fim-de-semana por mês devo ir a algum lado.

E agora, para 2017, o desafio é ser bem melhor que 2016!

Bem, não sei se foi ou não, mas certamente que foi bem diferente. 2016 foi um ano repleto de viagens, fui à Austrália e à Islândia, e dificilmente conseguiria igualar um ano como esse. Mas este ano fui aos Estados Unidos da América, e visitei alguns dos Parques Nacionais que mais queria conhecer!

A nível pessoal também foi um ano cheio de emoções, muito aconteceu na minha vida pessoal (que não quero aqui detalhar), e que em muito afectou tanto a minha personalidade como as minhas ambições. A nível de viagens, fiquei ainda com mais certezas de que me quero mudar para outro país e até já tenho um plano delineado, mas da teoria à acção ainda vai uma grande distância. Mas para já, sei que tenho a sorte de ter muito apoio para a aventura que quero viver.

That face you see here isn’t joy, maybe it is, I love these kind of things, but this would be much better if I had planned or at least researched a bit before visiting this amazing place. The hike through The Narrows at #zionnationalpark is quite tough but really cool, most of the “trail” is like this, you walk through the river and you get properly wet! Now imagine a stony river bed, and a unprepared guy doing this barefoot? Of course I couldn’t do the whole trail, it’s expected to take over 8 hours, but I did almost a mile (maybe a bit more) like this! It’s really cool, a bit painful, but I don’t regret for a second this experience! Tomorrow I’ll go back for another hike and more photos, hopefully via a smoother way 😊

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Resumo de 2017

Tal como disse antes, este ano nem se compara a 2016 no que respeita a viagens, no entanto não foi tão mau quanto pensava. Durante o ano todo fui adiando a marcação de viagens, sempre com o objectivo de me mudar para outro país. Este objectivo dominou de tal forma o meu ano que acabei por perder o foco, entre muita pesquisa e algumas entrevistas (muitas apenas com o objectivo de praticar e aprender algumas técnicas), acabei por me descuidar e fui ficando com vários dias de férias por usar. Nem parece meu, eu sei…Análise de 2017 e Planos para 2018

Em Janeiro comecei logo o ano com uma viagem na Irlanda, bem perto de Cork, fui visitar uma cascata bem bonita e completamente no meio do nada. Aliás, tudo na Irlanda parece ser no meio do nada, que na verdade é o que dá tanto charme a este país.

Fevereiro foi mês de visitar a família, numa visita surpresa. Chegar bem tarde a casa dos meus pais, e quase lhes dar um ataque de coração ao lhes bater à porta já bem depois da meia-noite! Não fui em passeio, aproveitei para visitar alguns amigos e familia, enquanto trabalhava a partir de casa. Mas esta surpresa também me ia saindo cara, fui com os meus sobrinhos, e no regresso à Irlanda não queriam aceitar a documentação que tinha comigo. A parte boa, é que a segurança aeroportuária em Portugal está a funcionar bem! Lá tudo foi esclarecido, e conseguimos embarcar.

Em Abril uma oportunidade surgiu, e uma viagem caiu-me ao colo! Fui em trabalho aos Estados Unidos da América, e claro, também aproveitei para tirar férias! Foram apenas duas semanas, mas explorei vários Parques Nacionais, e visitei locais que só conhecia por fotografias. E acreditem quando vos digo, o Grand Canyon não é NADA do que se vê em fotos…, é de tal forma surreal que não há fotografia que consiga captar o que os nossos olhos conseguem ver. Fiquei abismado com o que vi, e só lá estive algumas horas. É certamente um local a regressar, e espero com muito mais tempo para explorar alguns recantos menos conhecidos daquele Parque Nacional tão único.

Regresso à Irlanda já em Junho, e fiquei parado durante vários meses, até me aperceber que estava a chegar ao final do ano e ainda com três semanas de férias para usar! O que decidi fazer? Concretizar um sonho, regressar a Dresden no meu 10º aniversário desde que me mudei para lá em Erasmus! E com as restantes duas semanas? Cumprir com um objectivo que já tinha desde que fui para a Austrália. Curso de mergulho! Não fiz o mergulho na Islândia porque não tinha este curso, mas agora já estou qualificado para tal. Para quem gosta deste tipo de aventuras, recomendo vivamente! Fiz o curso há umas semanas, já em Dezembro, e em Portimão. O facto de ser Inverno não ajudou muito, mas a água nem estava assim fria. Pena ter sido dois dias depois da tempestade, e isso ter afectado imenso na visibilidade debaixo de água… Mas é certamente um local a regressar, e a explorar ainda mais.

Planos para 2018

Visto que o foco desta análise é principalmente no que respeita ao blog, os planos para 2018 serão bem definidos e, acima de tudo, quantificáveis. Porquê planos quantificáveis? Porque se torna bem mais fácil de analisar no decorrer do ano, e porque é uma forma bem directa de perceber quando as coisas estão a correr mal.

Um artigo a cada duas semanas

Durante muito tempo consegui manter uma periodicidade de um artigo semanal, não foi nada fácil e até senti que prejudicou a qualidade da minha escrita. Nessa altura decidi acabar com essa periodicidade e focar-me na qualidade. Resultado? O blog ficou quase parado… Um artigo a cada duas semanas é relativamente possível de cumprir, e com isso irei mesmo criar um calendário editorial para me manter focado.

Artigos de convidados

Este é um dos focos que tenho para 2018, aceitar (e pedir) colaboração de artigos. O meu objectivo quantificável? Um a cada dois meses! Porquê tão poucos? Porque é a primeira vez que estou a criar este objectivo, e ainda não sei bem como isto se irá desenrolar, mas um artigo convidado a cada dois meses parece-me perfeitamente possível.

Editar/Reciclar dois artigos antigos por mês

É algo que tenho andado a fazer já há bastante tempo, vou revendo artigos antigos e vou actualizando as imagens, ortografia e afins. Agora passa a ser um objectivo quantificável para 2018, rever dois artigos por mês é bastante pouco, muito provavelmente até irei fazer bem mais do que isso, mas decidi colocar a fasquia bem em baixo, porque isto dá bem mais trabalho do que parece!

Auditoria SEO

Este objectivo não é quantificável, mas é bem necessário. Durante o mês de Janeiro irei fazer uma auditoria SEO ao blog, e ver o que posso melhorar. E durante o resto do ano, vou-me focar em melhorar os pontos que estão em falta.

Para ajudar a cumprir com estes objectivos todos, vou adicionar ao meu calendário editorial uma tarefa trimestral para reler este artigo e tentar me manter na linha…

A nível pessoal também tenho planos para 2018, mas desta vez espero que não me desviem do foco do blog. São mesmo muitos artigos que tenho para escrever, e apesar de viagens nunca ficarem desactualizadas, começa a perder um pouco a piada escrever sobre algo que aconteceu há dois anos, mas é algo que quero mesmo fazer e desta vez vai mesmo ter de ser!

E vocês, também fazem análises de como correu o vosso ano?

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Quanto custa viajar na Austrália por dois meses?

Quanto custa viajar na Austrália por dois meses?

Uma das perguntas que me fazem com alguma frequência é em relação a gastos durante uma viagem. Cada pessoa tem o seu estilo de viajar, portanto os gastos serão sempre relativos. No entanto, dois meses a viajar dá para tirar algumas conclusões, e ao longo da minha viagem fui sempre registando quanto estava a gastar. Mas afinal, quanto custa viajar na Austrália por dois meses?

Transportes

No topo da lista de importância, estão os transportes. Mesmo que se queira dormir na rua, pedir na rua para poder comer ou até levar um saco de 20kg de arroz para sobreviver a arroz durante os dois meses…, vai ser sempre necessário dinheiro para chegar ao outro lado do mundo e viajar pelo país gigante que é a Austrália.

Ainda assim, se tiverem todo o tempo do mundo, podem tentar chegar a nado e a pé…, mas acho que nem vale a pena entrarmos em exageros…

Destroços de navio na ilha de Fraser
Destroços de navio na ilha de Fraser

Os voos

De realçar que estou a viver na Irlanda, portanto a minha viagem começou em Cork. Antes de decidir para que cidade iria voar, vi várias opções e tentei escolher uma companhia aérea que me trouxesse vantagens. Acumular milhas é uma grande vantagem, principalmente para quem voa com frequência, portanto foi um dos pontos a considerar. Mas para isso, mesmo quem viaja com frequência, só consegue juntar um número decente de milhas se usar o mesmo grupo de companhias aéreas com regularidade. Não é o meu caso. Apesar de ter algumas milhas da Flying Blue e da British Airways, não tenho assim tantas milhas quanto isso. Viver em Cork tem este tipo de desvantagens…

Ainda assim, a opção com a Flying Blue (KLM, Air France, etc) seria demasiado cara e a viagem demasiado longa. Teria de fazer uma pausa de um dia no Dubai ou Abu Dhabi, o que nem seria mau de todo e até cheguei a considerar. Mas depois comecei a pensar no destino. Em que cidade começar a viagem?

Encontrei voos de ida e volta para Sydney, desde Cork (com as várias escalas), a cerca de 1700€-2000€… Depois comecei a ver para outras cidades, e por recomendação de um amigo, acabei por encontrar um voo de ida e volta por 1000€ para Melbourne. Não seria com a Flying Blue, mas sim com a British Airways (onde tenho menos milhas), mas a diferença de preço fez toda a diferença. 700€ ainda são 700€ e é uma diferença bem significativa.

Então o voo acabou por ser Cork > Londres > Singapura > Melbourne, com um regresso para Lisboa. Melbourne > Singapura > Londres > Lisboa. Isto tudo por 1000€, certinhos!

Mas os voos não ficaram por aqui. Ainda teria de voltar à Irlanda, mas isso foi apenas um voo com a Aer Lingus de Lisboa para Dublin por 65€.

E os voos dentro da Austrália?

Cascata Mila Mila
Cascata Mila Mila

Tentei fazer tudo por terra, o único voo comercia que fiz foi de Adelaide a Melbourne mesmo no final da minha viagem, e porque queria aproveitar melhor a zona de Melbourne e precisaria de “poupar tempo” na viagem. Voei com a Tigerair, de Adelaide a Melbourne, e o custo do voo de aproximadamente uma hora custou 43€.

Os restantes voos que fiz na Austrália foram de lazer, um salto de para-quedas e uma viagem para uma ilha deserta, mas isso foram pacotes de viagem para descrever mais abaixo.

As viagens por terra na Austrália

Viajar na Austrália tem muito que se diga. Quando pesquisei sobre formas de viajar dentro do continente, as opções mais interessantes que encontrei foram de comboio e autocaravana.

Viajar sozinho de autocaravana seria bem dispendioso, e tendo em conta as distâncias entre cidades, seria também bem cansativo. Apesar de ter sempre onde dormir, fazer uma viagem de 10 horas sozinho a conduzir uma autocaravana seria de loucos… Ainda para mais, existiria sempre um risco acrescido de acidentes ou outras situações que poderiam atrasar a viagem.

Viajar de comboio foi a minha opção inicial, o problema colocou-se com o facto de na Austrália existirem várias companhias de comboio, e os bilhetes de “zona” serem algo caros em comparação com os autocarros. Além do mais, a rede ferroviária da Austrália fora das cidades é bastante limitada, o que iria condicionar a visita a alguns dos locais que eu queria mesmo visitar. Infelizmente tive de descartar esta opção também…

Ainda assim, existe uma rota de comboio épica que eu queria mesmo fazer, a rota The Ghan que atravessa o continente australiano de Norte a Sul. O problema desta rota, é que só existe um comboio semanal para cada sentido, e eu queria mesmo visitar dois locais no meio dessa rota. E das duas uma, ou faria apenas parte da rota de comboio e o resto de autocarro (ou outro meio de transporte), ou então teria de descartar também esta aventura por completo. Quando vi os preços de uma viagem com o The Ghan, a decisão tornou-se óbvia. Fui de autocarro.

Felizmente não faltam alternativas, o turismo na Austrália é bastante forte e popular entre jovens. No que respeita a autocarros acabei por optar pela Greyhound, que têm uma rede bastante boa nas zonas que queria visitar. Existem outras agências, mas acabei por optar por esta pois é das mais conhecidas. Comprei 3 bilhetes de livre trânsito, cada um com uma validade para cerca de 3 meses.

Porquê 3 bilhetes? Que a forma deles controlarem o uso dos bilhetes é que só os podemos usar numa direcção, e temos de escolher quais as rotas que vamos tomar. Então comprei um bilhete de Melbourne a Cairns (norte da Austrália) que incluía um pacote de 10 noites numa rede de hosteis (702,78AUD). Um bilhete de Cairns a Alice Springs (no centro da Austrália) (382,50AUD). E um bilhete de Alice Springs a Adelaide (219,30AUD). E com isto, fiquei com o trajecto definido e assegurado, ainda antes de partir. Ao todo gastei cerca de 1305AUD, cerca de 940€.

Carros alugados

Apesar de ter bilhetes de autocarro para viajar livremente (no mesmo sentido), por duas vezes que tive de alugar carro. Uma dessas vezes na ilha Magnetic Island, pois uma das coisas que queria mesmo fazer era ver o pôr-do-sol sobre o mar, o que não é possível da costa Este da Austrália, a não ser que se esteja num barco ou numa ilha…, e a segunda vez foi para fazer a Grande Estrada do Oceano (Great Ocean Road) no sul da Austrália. A 4×4 que aluguei em Magnetic Island custou-me 90,90AUD (61€), mais o combustível claro, isto por dois dias. Enquanto que para a Grande Estrada do Oceano paguei 206,49 AUD (145€) por 5 dias, que deu para aproveitar também para ir a certas partes de Melbourne e para regressar ao aeroporto…

Mas em combustível ainda gastei 120AUD (80€), ainda foram vários quilómetros a conduzir, saiu-me mais caro do que uma excursão, mas em vez de fazer tantos quilómetros a correr num dia, demorei quase três com imensas paragens e descontracção. Foi uma decisão consciente, depois de tantas excursões e tantos autocarros, já precisava de desintoxicar e andar um pouco sozinho…

Pôr-do-sol nas Whitsundays
Pôr-do-sol nas Whitsundays

Transportes públicos e outros gastos

No que respeita a transportes públicos, ainda tive de usar algumas vezes nas cidades, principalmente em Sydney, e uma vez ou outra acabei por ter de usar taxi. Em Melbourne os eléctricos são grátis na zona centro da cidade! Excelente para aproveitar e poupar nos sapatos! Ao todo, a contar também com o ferry para a Magnetic Island (que custa 32AUD, cerca de 20€), gastei à volta de 140AUD (93€). Nada mau, para dois meses a saltitar de um lado para o outro!

De realçar que na zona de Sydney dá para ir de comboio até à zona das Montanhas Azuis, mas depois lá só mesmo à boleia, não sei se existem transportes que levem os turistas a saltar de um pouco para o outro. No entanto, nesse mesmo comboio dá para visitar o Parque Featherdale, que foi exactamente isso que fiz. Da estação de comboio, depois é só mais um pouco de autocarro.

Turismo

Quanto custa viajar na Austrália por dois meses?
Quanto custa viajar na Austrália por dois meses?

E é aqui que grande parte do meu dinheiro foi bem investido… Começando logo no primeiro dia, em que fiz reservas para a duração toda da viagem… Não era bem a ideia inicial, mas pronto, acabei por cometer esse disparate (e daí talvez não). Ao todo gastei 2160€ num pacote de viagens que incluiu imensas actividades, desde duas noites num veleiro a um salto de para-quedas, entre muitas outras coisas!

Depois em diversas outras actividades, como algumas excursões e museus, ao todo gastei 492AUD (330€). Aqui incluo também fotografias que comprei dessas mesmas excursões.

Actividades e extras

Das actividades que valem mesmo a pena realçar neste relatório são alguns dos extras que acabei por pagar. Por exemplo, para a excursão à ilha de Fraser, decidi de última hora ficar um dia extra na ilha (das melhores decisões que alguma vez fiz), e só por isso tive de pagar 100AUD extra, cerca de 67€.

Para o salto de pára-quedas também acabei por adicionar um extra, como queria fotos e vídeo de uma perspectiva frontal, sem ser fotos de câmara no pulso, tive de pagar extra para ter uma segunda pessoa a filmar tudo à minha frente. Mais uma vez, uma das melhores decisões que fiz, mas também paguei por isso… 294AUD pelo extra do salto, 192€, mais as fotos de vídeos que deu mais uns 70 AUD… Agora que vejo bem estes valores, acho que foi mesmo caro… Mas é a tal coisa, saltei sobre a Grande Barreira de Coral e aterrei numa praia. Isso também tem preço, e alto…

E no dia seguinte, logo depois de ter saltado de um avião, lá fui eu para o fundo do mar! Grande Barreira de Coral, onde fiz mergulho pela primeira vez! O primeiro mergulho do dia estava incluído no pacote inicial, mas o segundo mergulho já era opcional. No entanto, snorkel seria gratuito. Mas como gostei tanto da experiência de mergulho, que optei por fechar os olhos e pagar 55AUD (37€) pelo segundo melhor, que por sinal até correu bem melhor que o primeiro!

Outra actividade pela qual paguei extra, pois não fazia parte do pacote inicial, foi uma aula de surf em Surfers Paradise…., sim, grande cliché, mas teve de ser…, foram 45AUD (30€).

E por fim, a última actividade fora dos planos foi um passeio nocturno pela floresta tropical na zona do Cabo Tribulation. Foi engraçado, mas por 45AUD, foi um pouco carote…

Alimentação e Alojamento

Agora que olho para as contas, com olhos de ver, é que reparo que de facto como imenso e adoro dormir! Excluindo o pacote de férias que comprei, o grupo de gastos da alimentação é o mais elevado de todos! 1096AUD!! (747€) Em dois meses, nem é assim tão mau…, e fartei-me de cozinhar nos hosteis e levar comida comigo para poupar algum dinheiro. Parece que foi uma decisão acertada, não tinha ideia de que a comida era de facto a maior fatia nos meus gastos… De ter em conta também que só jantei fora uma ou duas vezes, isto é, jantar em restaurante. De resto era ou comida mais barata, ou cozinhava no hostel.

No que respeita ao alojamento, de facto tinha opções mais baratas, como acampar, mas por 8 semanas a passear pela Austrália, 740AUD (504€) foi um bom valor. Claro que algumas noites estavam incluídas nas experiências, como duas noites na Ilha de Fraser mais duas noites no hostel, ou as duas noites que dormi no veleiro e mais 10 noites que estavam incluídas no pacote de viagens de autocarro de Melbourne a Cairns. Mas cerca de 500€ pelas restantes noites, não fica mais do que 10-15€ por noite! Nada mau!

Parte das despesas de alojamento vão para a lavagem de roupa, pois é, dois meses na estrada sempre com a mesma roupa, é bom que a lave de vez em quando. Por acaso tinha tudo muito bem organizado, se sabia que iria ficar uns 2 ou 3 dias em zonas mais isoladas, como num veleiro ou numa ilha deserta, então já sabia que tinha de lavar a roupa antes de ir. Cheguei ao ponto de criar um calendário para lavagem da roupa…, sim, é mesmo verdade… Ao todo lavei a roupa 8 vezes, em média uma vez por semana, pois andei a viajar com muita pouca roupa, portanto tive de fazer lavagens mais frequentemente… Com detergentes, lavagens e secagens, gastei 60,5AUD (41€).

Sky Dive em Mission Beach
Sky Dive em Mission Beach

Outras despesas

Na categoria de outras despesas entram coisas como compras variadas que fiz, por exemplo uma toalha de banho porque me roubaram a que levei… vá-se lá perceber por que raio alguém quer uma toalha de banho, mas enfim. Também tive de comprar cartão SIM, um cartão SD para a GoPro e carregar com dinheiro o telemóvel algumas vezes. Depois, para o final da viagem comprei algumas prendas e isso também entrou na soma de outras despesas.

Ao analisar a lista de despesas, algumas das compras foram apenas mercearias e esses gastos deveriam estar incluídos na parte da alimentação, mas como não tinha isso detalhado optei por juntar esses gastos pouco definidos à lista de outras despesas. Ainda gastei um pouco com estes extras, 670AUD (458€).

Custo do visto de turista para a Austrália (para um Português)

Esta é uma das perguntas que me fazem com alguma frequência, quanto custa o visto de turista para a Austrália? A resposta é simples, é grátis! A par com outras nacionalidades, os portugueses podem viajar por 3 meses na Austrália com um visto de turista gratuito, que se deve obter antecipadamente online.

O processo é bem simples, só visitar o site do Departamento de Imigração da Austrália, e seguir as instruções. O nosso cantinho aparece na pequena lista para o visto “eVisitor”. Numa questão de minutos, creio que até menos de 5, recebemos um email com a aprovação automática. Foi bem fácil e sem pagar nada. Depois foi só tratar dos voos, claro…

Total aproximado de gastos

Então, para colocar aqui um valor aproximado do que gastei, com os voos e as viagens por terra incluídos. Em dólares australianos gastei aproximadamente 3824 AUD, o que dá cerca de 2618€. Já gastos directamente em euros, tipo pagos com o cartão, o valor foi um pouco acima disso…, cerca de 3043€. Ou seja, ao todo devo ter gasto algo pelos 5660€.

Tabela de gastos
Tabela de gastos

Para ser sincero, quando me comecei a preparar para esta viagem estava a contar gastar cerca de 10 000€, as contas que tinha feito foram apenas por alto, não fazia ideia do quanto poderia gastar mas estava preparado para uma Austrália mais cara. Talvez esta ideia com que tinha da Austrália foi o que me fez, inconscientemente, gastar menos dinheiro.

O que é que é certo, é que a rota que fiz tem a reputação de ser uma das rotas dos “mochileiros ricos“. Existe muito turismo direccionado a quem anda de mochila às costas, e não faltam actividades com rali dos bares e outros tipos de festas. Uma vez por acaso não faz mal a ninguém, mas com regularidade…, não há conta bancária que aguente.

Muitos dos mochileiros que encontrei são jovens que foram para a Austrália com um visto especial de turismo e trabalho, um acordo que o governo australiano tem com algumas nações, muito popular para irlandeses e britânicos, e que também tem acordo com Portugal! Pena ser só para quem tem até 31 anos…, senão aproveitava a oportunidade… Com este visto, muitos jovens aproveitam para viajar durante um ano inteiro, com trabalhos temporários no decorrer das suas viagens, como em hosteis, bares e turismo. Desta forma conseguem continuar a viajar, e vão sempre financiando de alguma forma as suas viagens.

Em forma de conclusão, olhando apenas para o total de gastos pode parecer muito para uma experiência de dois meses, mas é importante também interpretar os meus gastos. São baseados apenas na minha experiência pessoal e forma de viajar, provavelmente algumas das actividades que fiz não fazem o vosso estilo, tal como os sítios que escolhi para dormir e afins. Este artigo é apenas para mostrar mais uma perspectiva do quanto uma viagem de dois meses pela Austrália pode custar. Para outra pessoa, os custos totais poderão ser bem diferentes dos meus.

E com isto, só tenho mais uma coisa a dizer, foi uma viagem fantástica em que só me arrependo de não ter feito antes. Se tiverem a oportunidade, recomendo vivamente que se aventurem.

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Análise de 2016 e Planos para 2017

Análise de 2016 e Planos para 2017

Como tenho feito todos os anos, está na hora para mais uma análise de como correu este ano que está a acabar, e fazer uns planos para 2017. Estas análises são bastante úteis pois colocam os últimos 12 meses em perspectiva, infelizmente a natureza do ser humano é focar-se nos pontos menos bons, mas quando se coloca tudo numa balança se calhar ela tende para o lado bom. É excelente para levantar a moral e atacar o ano seguinte com mais força.

Se não fazem estas análises, recomendo vivamente a perderem um dia e olharem para o vosso blog, ou até vida pessoal, e fazerem um balanço de como correu o ano. É mesmo um excelente exercício!

Mas antes um pequeno “mas”….

Este ano decidi experimentar algo, e escrevi uma revisão de meio do ano. Devo dizer que fiquei bem satisfeito com o que acabei por escrever, a meio do ano já tinha cumprido todos os meus objectivos para 2016! E depois cometi um erro, decidi criar mais uns quantos objectivos extra… Talvez ter reparado que 2016 já era um excelente ano quando ainda a meio foi um erro, perdi um pouco o foco e deixei de escrever tanto como estava a escrever, e já noto isso nas estatísticas.

Esta análise de fim-de-ano vai ter como base os objectivos extra, pois não faz sentido repetir o que já foi alcançado. Ainda que, um dos objectivos que pensava ter conquistado, acabou por dar uma volta um pouco mais desmotivante. Aliás, vou começar mesmo por aí.

Objectivo de bónus: Aumentar a frequência de artigos publicados por mês

E foi este o objectivo, que apesar de ser de bónus, acabou por fracassar depois de ter aclamado que o tinha conquistado. Depois de Agosto, deixei de escrever tanto no blog. Motivo? Nem eu sei bem, simplesmente acho que passei por uma fase de menos inspiração para escrever. Por vezes acontece, comigo já aconteceu por várias vezes, mas acabo por regressar sempre ainda com mais força. Espero que se repita, aliás, já ando com muitas mais ideias para o blog!

And this was me yesterday at #MillaaMillaa #Waterfalls, because #beards can also do this :p #GilAroundOz

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Objectivos de “meio do ano”

Alterar o visual do blog

Esta já foi feita, e gosto do resultado final. Está com aspecto de magazine, há algumas coisas que gostaria de automatizar, mas gosto do resultado actual. A cada semana tenho de alterar manualmente a lista de artigos promovidos, faço-o com base em estatísticas, mas vou tentar desenvolver um plug-in para o WordPress para fazer isto por mim…, mas sem promessas 🙂

Actualizar todas as fotografias do blog

Bem, isto tem dado muito, mas muito mais trabalho do que inicialmente pensava! O blog inteiro precisa de ser revisto, existem muitos artigos de baixa qualidade que podem ser re-escritos ou até reformados… Espero que não, detesto remover artigos, são em parte um diário. Mesmo que sejam fracos…

Today was like this, my first jump!!! #skydiving #missionbeach #qld #GilAroundOz

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

A estratégia que decidi adoptar é promover um artigo antigo por semana, às quintas-feiras, e antes de o divulgar revejo-o e actualizo as fotos todas. Bem mais fácil de fazer, e torna-se bem mais agradável até para mim. Este objectivo de meio do ano falhou, mas serviu para perceber algumas coisas no que respeita à forma como tenho o blog organizado.

Escrever para um grande blog ou revista de viagens Portuguesa

Pronto, aqui falhei redondamente. Nem sequer tentei… Dizem que se não tentarmos, nunca sabemos se conseguimos. E aqui falhei à grande, é que nem sequer tentei… Mas este vai ser um dos novos objectivos de 2017, vou tentar escrever para algumas revistas ou blogs mais conceituados. Não prometo vir a ser publicado, mas vou tentar 🙂

Resumo do ano

Depois da revisão provisória, acho que faz mais sentido escrever um resumo do ano ao todo. Uma pequena lista do que escrevi e por onde andei, por mês.

Janeiro

O ano começou com duas pequenas viagens dentro da Irlanda, a primeira com uma amiga e a sua mãe, por uma das zonas mais populares do sul da Irlanda, o condado de Kerry. E a segunda viagem foi às Escarpas de Moher, e a um outro parque nacional (artigo ainda por escrever…). Já estava em modo de grande poupança para a grande viagem que se seguia, portanto acabou por ser apenas pela Irlanda, mas valeu bem a pena, cada segundo de ambas as viagens.

Fevereiro

E a viagem da minha vida começa…, devo admitir agora que ia um pouco nervoso, nunca tinha feito uma viagem deste estilo e por tanto tempo. Escusado será de dizer que adorei, certo? 🙂 Ainda falta tanto, mas tanto para escrever… Quando olho para o meu diário, ainda nem a meio da viagem vou. E o conteúdo fotográfico e de vídeo que tenho para partilhar? Tenho mesmo de me dedicar mais ao blog, são muitas aventuras para partilhar…

Março

Aqui já estava a deixar a escrita de lado. Muitas aventuras para aproveitar, e sem tempo para me sentar em frente ao computador para escrevê-las. No mês de Março tive das melhoras experiências na Austrália, três dias pela ilha de Fraser, três dias de veleiro pelo arquipélago das Whitsundays, dois dias numa ilha deserta, o meu primeiro salto de sky diving, snorkeling na Grande Barreira de Coral e muitas mais coisas! Tudo num só mês, nem sei como descrever o quão intenso este mês foi. E olhando para as minhas fotos, parece que estou a rever memórias de outra pessoa qualquer. É simplesmente fantástico!

Abril

A viagem já estava a terminar, mas finalmente cheguei a um dos pontos mais desejados da viagem. O remoto Uluru, no centro da Austrália. Custou a lá chegar, mas valeu bem a pena! Uma experiência tão fantástica e tão única. Se foi uma viagem difícil? Ó se foi…, 25 horas dentro de um autocarro para chegar à cidade mais próxima, que fica a umas 5 horas de Uluru… Mas faria tudo de novo! Foi também quando voltei a Portugal, por uma curta estadia, e depois de volta à Irlanda…

Photobombed by a #camel! #selfieswithanimals #GilAroundOz #NorthernTerritory #Australia #camelselfies #photobomb

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Maio

Depois de olhar para a conta bancária, e até ficar surpreendido por ter gasto sensivelmente metade do que pensava que iria gastar…, acabei por finalmente comprar um novo computador. Principalmente porque não tinha como ver os vídeos que tirei com a GoPro, o meu velhinho MacBook Pro já não suporta vídeos 4K…

Junho

Mais uma escapadinha dentro da Irlanda, um local que já visitei algumas vezes mas que gosto sempre de lá voltar para mostrar a amigos. Foi também para estrear o carro novo, estava na hora de reformar o velhinho Mini Cooper…, tenho saudades dele, mas também já estava a precisar de uma troca…

Julho

O mês de Julho foi um bocado parado, nada de especial aconteceu. Não tirei (mais férias), mal saí de Cork…

Agosto

Após 5 anos a viver na Irlanda, finalmente fui visitar um dos locais que tinha na minha lista desde que cá cheguei. A ilha de Cape Clear, o ponto habitável mais a sul da Irlanda! E que sorte que tivemos, um fim-de-semana de sol, espectacular! E mais outro artigo pendente na minha lista de escritas…, acho que para 2017 tenho de escrever todos os artigos pendentes de 2016…

Setembro

Mais outro mês sem grande actividade, aliás…, a actividade existiu, mas fez-se sentir apenas na conta bancária. Mais uma viagem marcada, um impulso parvo mas que sabia que não me iria arrepender.

Outubro

Em preparação para a viagem para a Islândia, os gastos extras tiveram de ser reduzidos ainda mais para não ter de me poupar durante a viagem. No entanto, foi mês para marcar uma ou duas actividades para garantir que nada ficava por ver!

Novembro

E mais outro grande mês, uma experiência de viagem totalmente diferente do que estava habituado. Aprendi muito mais sobre mim mesmo em uma semana do que em dois meses na Austrália. Quem diria que até posso sentir mesmo falta de uma companhia de viagem? Talvez o facto de ter poucas horas de sol e estar constantemente no meio do anda tenha influenciado 😛

I’m freezing but really happy I came here ?

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

Dezembro

E aqui estamos nós, em Dezembro! Depois de um ano tão em cheio, termino-o sem nenhum voo marcado mas com duas viagens planeadas. Uma que será um novo desafio, sendo o único adulto com duas crianças por uma semana pelo BeNeLux…, a última experiência do género já foi desafiante qb… E foram apenas dois dias… Agora será uma semana inteira… A outra viagem, só lá para Julho, mas apenas um fim-de-semana aqui à ilha ao lado 🙂

Planos para 2017

Análise de 2016 e Planos para 2017
Análise de 2016 e Planos para 2017

Começando pelo mais complicado, mas que tem de ser feito o quanto antes…

Escrever todos os artigos pendentes sobre viagens passadas

Nem sequer tenho ideia de quantos artigos tenho pendentes, são muitas histórias para contar e muito para escrever…, mas para 2017 quero chegar ao ponto de ter de inventar o que escrever, do que ter uma lista interminável de artigos pendentes por escrever. Este objectivo é relativo a todas as viagens até ao final de 2016, claro que as de 2017 vão acabar por serem empurradas para mais tarde…

Escrever para uma revista ou publicação de renome

Este é um dos objectivos de bónus que criei a meio de 2016, e está na altura de me atirar em aventuras mais ousadas.

Só estes dois objectivos já irão dar mesmo muito que fazer, mas tenho mais dois a nível pessoal que em parte envolvem viajar, e claro que se vai reflectir no blog.

Mudar para uma nova cidade, de preferência noutro país

Já vão mais de cinco anos na Irlanda, mas o bichinho está a morder para sair… Ainda não tenho nada planeado, mas para 2017 quero um novo lar 🙂

Ir a algum sitio diferente uma vez por mês

Seja na Irlanda, seja fora. Mas uma vez por mês, um fim-de-semana que seja, quero conhecer algo mais.

Desta vez não vou adicionar nenhum objectivo de bónus, apesar destes dois últimos pontos serem a nível pessoal, como tal, bónus para o blog.

E agora, para 2017, o desafio é ser bem melhor que 2016!

O que levei na mala para a Islândia

O que levei na mala para a Islândia

Finalmente cumpri um dos muitos sonhos de viagem que tinha, e esta viagem à Islândia foi um deles! Não vi a Aurora Boreal, aliás, não vi com os meus olhos… (mais sobre isto num próximo artigo), mas foi uma viagem que deu para aprender mesmo muito, até sobre como preparar a mala e a viagem em si.

Desta vez, para infelicidade do meu ego, a preparação da mala correu bem mal… Nunca tinha viajado para um país com fama de ser assim tão frio, pouco sabia do destino para onde ia (apesar de ter pesquisado bastante), e acabei por exagerar imenso em algumas coisas que coloquei dentro da mala…

Então aqui vai a lista

Gadgets

 

Comparando esta lista com outras listas que fiz…, começo a achar que tenho um problema com os electrónicos que carrego comigo…

Enfim, disto tudo, acabei por usar quase tudo menos o adaptador de corrente. Sinceramente não sei porque o levei, já levava um adaptador USB para tomadas estilo europeu, portanto funcionaram na perfeição. De realçar que as tomadas na Islândia são tal e qual como as em Portugal e resto da Europa continental, não é necessário qualquer tipo de adaptador.

No que respeita às baterias, começo a achar que ter baterias extra é mesmo uma mais valia. Quando tentei tirar fotos à Aurora Boreal, precisei mesmo de usar a bateria extra que tinha, ainda que as fotos não tenham ficado nada de jeito…, sempre foi melhor ter uma bateria para tentar… Já os cartões SD, apenas precisei de usar o sobresselente para a GoPro, os da Nikon nem sequer chegaram a ser usados (além do que já estava em uso), mas também já esperava isso, só os levei por precaução.

Roupas e higiene (e extras)

Pela lista, dá para ver que desta vez enchi a mala demasiado.., e sim, foi mesmo demasiado. Não tinha bem noção de como preparar a mala para um país com fama de ser tão frio, e ainda para mais não sabia bem ao que ia. Cascatas? Caminhadas? Neve? Chuva? O meu maior receio foi acabar molhado e sem muda de roupa, e como seria apenas uma semana não fazia sentido planear lavagem de roupa a meio da viagem. Então optei por me precaver desta vez…, mas demasiado para umas coisas, e falhei noutras.

Hey! Where are you going next little buddy? Is everything packed yet?

Uma foto publicada por Gil Sousa (@gfpsousa) a

Um par de calças de hiking nem as usei, meias? 3 pares não usados… A ideia era usar pares duplos, caso estivesse muito frio. Mas curiosamente, o frio até nem era tão agressivo como pensava. Boxers? 1 par que não usei, a ideia era usá-los depois do snorkel, mas como acabei por nem ficar molhado (a explicar num próximo artigo), não foi necessário usar esse par. O mesmo para uma tshirt extra. Quanto aos calções de banho e toalha de praia, a ideia era usar isso caso fosse a umas termas, o que acabou por não acontecer.

O que faltou? Um par de luvas extra…, acabei por ficar com as minhas molhadas enquanto estava à espera para entrar na água, para o snorkel, e dava mesmo jeito ter um par extra. Não pensei nesse caso, de ficar com luvas molhadas…, e diga-se de passagem, faz falta. Faz mesmo muita falta ter um par de luvas extras e secas…

Em suma, desta vez exagerei imenso no que coloquei na mala. Como andei imenso de carro, bastava ter algum cuidado em não me molhar, e de resto seria tranquilo. Como não tinha ideia de como seria o tempo na Islândia, precavi-me pelo exagero…

Quanto a calçado, recomendo vivamente botas de hiking, mas das boas. Botas normais não serão o suficiente, principalmente em tempo de gelo. É essencial um par de botas que proteja bem o calcanhar, escorreguei algumas vezes e o terrenho é algo instável, e se se planeia em fazer algumas caminhadas também convém estar bem protegido. Se as botas forem boas, como as minhas são, então nem é preciso levar mais nenhum tipo de calçado. Para a Islândia, o que se quer é ver a natureza 🙂


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O que levei na mala para a Islândia

Conhecer a cidade de Cork a pé, do centro à Universidade

Cork a pé, do Centro à Universidade

Um pouco de Cork

Cork é a segunda maior cidade da República da Irlanda, e a terceira maior da ilha, sendo Belfast a segunda maior (mas esta parte do Reino Unido). Fica a cerca de 250km da capital, bem a sul da ilha mas infelizmente não é um destino muito turístico, quem cá vem é quase só de passagem e acaba por não conhecer muito do que a cidade tem para oferecer. Mas não é por falta de informação, até sem mapa dá para descobrir a cidade, e é por isso mesmo que decidi criar uma série de artigos para apresentar algumas das rotas para descobrir a cidade a pé, começando pela rota da Universidade.

Os mais atentos certamente que irão notar algumas setas espalhadas pela cidade, azuis, verdes, vermelhas e laranjas. São as rotas, bem identificadas, pela cidade. Excelente para quem quer descobrir alguns dos segredos da cidade sem se perder. Todas as rotas começam num mesmo ponto, bem no centro da cidade numa pequena praça na intersecção entre duas das ruas principais, a Saint Patricks Street e a Grand Parade. Como são duas das ruas mais movimentadas da cidade, acaba por ser um ponto onde muitos turistas mais cedo ou mais tarde vão passar. Mas será que vão reparar nas setas?

Rota da Universidade

Neste primeiro artigo vou falar da rota da Universidade, uma rota que foge do centro e passa pelas zonas dos mais bonitos espaços verdes da cidade. Também, a minha rota favorita, que até antes de ter reparado na existência destas setas, levei vários amigos a conhecer alguns dos pontos principais desta rota.

A rota da Universidade

A rota tem como ponto principal, obviamente, a Universidade de Cork (UCC), e ao percorrer a rota vamos passar por vários pólos que ficam fora do campus principal. Esta rota tem a particularidade de passar também pelos espaços verdes mais importantes da cidade, sendo a Universidade um deles.

A partida faz-se do pequeno largo Daunt’s Square, seguimos em direcção ao canal sul do rio, pela Grand Parade e paramos junto ao parque Bishop Lucey, do outro lado da rua vemos uma das fachadas de um dos edifícios mais emblemáticos da cidade de Cork, o Mercado Inglês. Vale a pena uma passagem pelo mercado, mais que não seja pelo estilo arquitectónico, e para comer numa das bancas do mercado, ou até mesmo no restaurante The Farm Gate.

Mapa da Rota da Universidade

Depois do mercado, temos de voltar ao parque, podemos atravessá-lo e sair do outro lado, ou seguir o mapa da rota. Vou optar por seguir o mapa para não nos perdermos, na Grand Parade temos de voltar à direita, deixando o parque do nosso lado direito, e seguimos até ao final da rua onde vamos parar por uns instantes. Chegámos à rua South Main Street, ligeiramente para a esquerda do outro lado da estrada está a antiga Fábrica da Beamish, uma das cervejas pretas de Cork. E do nosso lado direito, mesmo de canto, está um dos pubs a não perder em Cork, The Oval, e do outro lado da estrada mesmo em frente à Beamish, está outro pub bem conhecido pelas noites de música tradicional irlandesa, o An Spailpín FánacMas continuando, que ainda não chegámos ao primeiro ponto do trajecto…

Christchurch

O primeiro ponto da rota é a igreja Christchurch, do lado direito mesmo junto ao parque. De realçar que neste momento estamos numa das ruas mais antigas de Cork, ainda da era medieval. Estamos a andar sobre história!

A igreja hoje em dia funciona como um Centro de Artes e parte da esplanada do café desse mesmo centro, dentro da igreja podemos ver concertos, peças de teatro e até cinema! Só fui uma vez ver um filme ao Triskel, e sinceramente, depois de uma hora, já não sabia em que posição estar…, bancos de igreja não são propriamente confortáveis, ainda para mais para ver um filme… Mas gosto da forma como aproveitaram um monumento e deram-lhe uma utilidade pública.

Fachada da Christchurch
Fachada da Christchurch

Uma das curiosidades sobre este local é a antiga torre, que foi desmantelada em meados do século XIX, que estava torta. Isto deu origem à expressão “és torto como a torre de Christchurch“. Por acaso ainda nunca ouvi esta expressão…

Continuando em frente, em direcção a norte, chegamos à Washington Street, uma das ruas mais largas de Cork. Esta rua foi criada intencionalmente para ter a capacidade para grandes volumes de tráfego, bem, isto no inicio do século XIX.

Tribunal de Cork

Vamos continuar pela Washington Street, pela esquerda, e assim que se entra na rua dá para ver o edifício do tribunal. No topo do edifício reparem no mastro da bandeira, no final do século XIX o edifício pegou fogo, e a população veio à rua apreciar o facto de que a bandeira do Reino Unido estava (também) a arder. Este acto chegou a ser publicado em jornais, e até serviu de inspiração para um poema.

Tribunal de Cork
Tribunal de Cork

Lancaster Quay

Conforme continuamos a andar, estamos a sair do centro da cidade, seguimos pela Washington Street, e estamos na zona designada por Lancaster Quay, a zona junto ao rio. Ao passar junto ao hotel The River Lee Hotel, hão-de notar dois pequenos pilares dentro do rio, isto são vestígios da antiga linha de eléctrico que existia na cidade, e que, infelizmente, acabou por ser desmantelada.

Washington Street
Washington Street

Universidade de Cork (UCC)

Continuando sempre na mesma estrada, que a certa altura muda de nome (mas nem damos por isso), e chegamos à entrada da Universidade. Podemos entrar no campus a qualquer hora, mas obviamente que a entrada nos edifícios está condicionada durante a noite. Recomendo vivamente que dediquem algum tempo para passear pelo campus da Universidade e apreciarem a mistura arquitectónica, entre o novo e o clássico. Subindo a rua irão encontrar uma pequena escadaria à esquerda, que vai dar ao largo da capela e à biblioteca, um pouco mais à frente vão encontrar o Quadrante da Universidade, para mim, a melhor vista da Universidade.

O ódio que os irlandeses tinham ao império era tal, que quando depois se tornarem independentes removeram a estátua da Rainha Vitória e colocaram num armazém, mas devido ao espaço que ocupava, anos mais tarde decidiram enterrar a estátua! Foi substituída por uma estátua do Santo Finn Barr, o padroeiro da cidade. Em 1994 exumaram a estátua da rainha e colocaram-na em exposição, e quase 20 anos mais tarde até já foi visitada pela Rainha Isabel II.

Se as portas estiverem abertas, no corredor central existem várias pedras com escrita antiga celta, é bastante interessante para quem gosta de história e arqueologia, não são os símbolos que estamos habituados, mas sim riscos marcados na pedra. Atravessando o arco, têm duas opções, ou para a direita, e depois descer as escadas (quase escondidas) pelo parque de estacionamento, e podem dar uma pequena volta junto ao rio até novamente à entrada da Universidade, ou seguem a rota para a próxima paragem. Tal como disse antes, recomendo mesmo que façam um bom passeio pela Universidade, e a rota junto ao rio é bem agradável. Já visitaram a Universidade de Cork? Se sim, o que é que gostaram mais de ver? Agradeceria imenso se deixassem a vossa opinião nos comentários.

Prisão de Cork

Pouco resta da prisão de Cork, dá para ver a entrada e pouco mais. Um dos pontos de interesse é uma placa do escultor Seamus Murphy, natural do condado de Cork, e uma placa não oficial em homenagem a uma pessoa que tentou entrar na prisão para libertar prisioneiros republicanos, mas que foi abatido a tiro enquanto tentava passar pelo túnel. As janelas da prisão davam para a rua, e era comum os familiares irem para a rua gritarem para passarem mensagens para os prisioneiros. E em finais do século XIX, durante a Land War, bandas de músicos iam tocar para a rua para entreterem os prisioneiros políticos.

Saída da Universidade, junto ao antigo local da prisão
Saída da Universidade, junto ao antigo local da prisão

Vamos passar pela ponte, e voltar à Western Road, que é a continuação da Washington Street e da Lancaster Quay, voltamos à esquerda e atravessamos a estrada, pois vamos voltar já de seguida à direita por uma ruela em direcção a norte.

Parque Fitzgerald

A ruela onde estamos chama-se Ferry Walk, uma memória do ferry que existia para atravessar o rio antes da criação da ponte que treme (a tradução do nome é bastante similar), Shakey Bridge, a única ponte suspensa de Cork. Vamos seguir a rua até ao final, para vermos a ponte. E enquanto andamos, do nosso lado esquerdo encontra-se o complexo desportivo Mardyke que é palco de vários eventos desportivos importantes, e aqueles que não querem pagar bilhete…, normalmente juntam-se junto às redes, e até sobem árvores para verem os jogos… Entre a ponte e o complexo desportivo existe um pequeno trilho que vai dar a um dos maiores parques de Cork, mas este ainda fica mais afastado do centro, hoje não vamos para lá. Mas se ainda assim quiserem visitar a pequena praia fluvial, fica a apenas uns 2 ou 3 minutos por esse trilho.

Shakey Bridge
Shakey Bridge

Quanto à nossa rota, vamos entrar agora no parque, e está na hora de nos perdermos por mais um bocado! Dentro do parque existem pequenos jardins, junto ao rio está um de roseiras, que na altura da primavera é bem bonito de ver! O Parque foi recentemente remodelado, e agora tem um parque infantil grandote para os mais pequenos queimarem energias. Na outra ponta do parque encontram-se dois edifícios, um maior onde está o café e o Museu Público de Cork, e outro que é o Lord Mayor’s Pavilion, uma casa que foi construída para receber personalidades importantes que iam em visita à Exposição de Cork. Em frente ao Pavilion foi construído recentemente um palco onde fazem vários espectáculos durante o verão, e até cinema ao ar livre.

Assim que passarmos pelo Lord Mayor’s Pavilion, estamos a chegar à saída do parque, passando pelos portões voltamos à esquerda e seguimos em direcção ao próximo ponto.

Mardyke Walk e Margens do Rio Lee

Enquanto andamos, do nosso lado esquerdo encontra-se o Clube de Cricket de Cork, e um pouco mais à frente o próximo painel de informações. Do lado direito, dá para ver a entrada principal da Universidade, onde estivemos antes, e do lado esquerdo é por onde a nossa rota continua, passando pelo Parque de Skake (Mardyke Walk Skatepark).

De um lado o Skate Park, do outro as árvores que escondem o Clube de Cricket e um pouco mais à frente a ponte pedonal branca que nos vai levar para a outra margem do rio. Esta é uma das minhas partes favoritas da rota, junto ao rio por debaixo das árvores, daqui dá para ver alguma vida selvagem e dá a ilusão de que estamos fora da cidade, no entanto estamos a aproximarmo-nos novamente do centro. A certa altura, dá para ver da outra margem do rio o antigo edifício de uma destilaria que funcionou ali por cerca de 150 anos até 1920, e que depois passou para Midleton onde acabou por se fundir com a Jameson.

Ponte sobre o Rio Lee no Mardyke Walk
Ponte sobre o Rio Lee no Mardyke Walk

Assim que começamos a avistar uma ponte vermelha estamos a chegar ao final de mais um troço desta rota, é a St Vincent’s Bridge com cerca de 150 anos, e do outro lado do rio está um edifício de canto, neste edifício viveu George Boole, um matemático considerado por muitos como o pai da ciência computacional.

Boole é um dos nomes mais conhecidos nas ciências matemáticas, nasceu em Inglaterra, mas viveu e morreu aqui Cork. Num dia de muita chuva, ele foi a pé para a Universidade que ficava a 3 milhas da sua vivenda, deu aula completamente ensopado e acabou por ficar extremamente doente com febres altas. A sua esposa, que acreditava que as curas teriam como base o que tinha causado a doença, deitou vários baldes de água sobre os cobertores com ele na cama, o que acabou por agravar a doença. Ele morreu por derrame pleural.

Passeio das Margens do Rio Lee
Passeio das Margens do Rio Lee

Ainda na margem norte do rio, um pouco mais à frente encontra-se uma cervejaria já bastante conhecida na Irlanda e até no estrangeiro, Franciscan Well, neste local existiu um mosteiro de Franciscanos entre 1244 a 1540, e até 1836 ainda dava para ver as ruínas do mosteiro. O nome da cervejaria deriva da lenda de que ali existiria um poço com poderes de curar doenças, no mosteiro dos Franciscanos.

Grattan Street e fim do passeio

Estamos mesmo a terminar o nosso passeio, e a rota da Universidade. Vamos atravessar a ponte vermelha, e voltar à esquerda e andar um pouco, e um pouco mais à frente voltamos à direita e estamos na Grattan Street, no ponto final desta rota. Atenção que o último painel está um pouco escondido, quando chegarem junto a um minúsculo parque, que estará do lado esquerdo da estrada, chegámos ao ponto final. O painel está escondido atrás do gradeamento do parque, e não dá para ver para quem vem neste sentido da rota. Se entrarem neste parque, tenham em atenção que estão a andar sobre um antigo cemitério, centenário até.

Depois do parque, podem voltar ao ponto inicial. Se repararem, à nossa frente está as traseiras do Tribunal, a partir daí é só voltar à esquerda e vamos encontrar a Grand Parade novamente, o nosso ponto inicial. Se gostaram deste artigo, seria fantástico se o partilhassem e o fizessem chegar a mais pessoas! Toda a ajuda é mais do que bem-vinda :

Como percorrer a rota da Universidade?

Sugestões de alojamento em Cork



Booking.com

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Revisão de meio do ano dos Objectivos para 2016

Revisão de meio do ano

Desde há umas semanas para cá que decidi alterar algumas coisas na minha rotina, comecei a acordar mais cedo para fazer algumas tarefas que estava constantemente a deixar para outro dia, arranjei tempo para ler mais, ouvir podcasts que gosto, e rever os meus objectivos para 2016.

É a primeira vez que faço uma revisão destas, por norma deixo sempre para o fim do ano, mas esta reestruturação da minha rotina têm-me dado oportunidade para fazer muito mais daquilo que gosto, então, porque não focar-me nos meus objectivos, em vez de esperar pelo final do ano e ver se miraculosamente eles foram cumpridos?

Objectivos cumpridos até à data

Visitar um novo continente

Este era fácil, até já tinha o voo marcado. Primeira vez na Oceânia, primeira vez na Austrália, e uma aventura de uma vida!

Criar uma série de artigos nova

Não foi bem a série que tinha em mente, mas criei uma série nova para me forçar a tirar mais fotos e ver o que há ao meu redor. Mais outro objectivo cumprido!

Focar-me nos seguidores lusófonos

Sim, tenho feito isto e pretendo vir a fazer muito mais! Juntei-me a vários grupos no facebook para chegar a mais leitores, comecei a divulgar bem mais junto de quem fala Português, e já tenho mais planos em mente no que respeita a quem lê o blog 🙂

Objectivo de bónus: Aumentar a frequência de artigos publicados por mês

Outro objectivo que também foi cumprido, todas as semanas publico pelo menos um artigo às segundas-feiras, e por vezes também às quintas-feiras. Está a ser complicado, mas com esta mudança de rotina tem dado para escrever muito mais.

Praia Whitehaven, Austrália
Praia Whitehaven, Austrália

Objectivos por cumprir

Pois…, não há mais 🙂 Por ter reparado nisto é que decidi escrever este artigo, estamos em Agosto e já cumpri todos os pequenos objectivos que tinha para 2016, e até já atingi outros objectivos que nem sequer tinha escritos, como por exemplo superar o número de visitas que o blog teve em 2015. E sim, estamos em Agosto e já cumpri também este objectivo, e tal jamais seria possível se não vos tivesse a ler e a partilhar o que escrevo. O meu muito obrigado!

Como ainda temos mais quatro meses até ao final do ano, não faz sentido ficar de braços cruzados à espera da revisão do ano para dizer que foi um excelente ano. Já o é! Há que continuar a trabalhar, e dar muito mais a quem lê o blog.

Objectivos extra para 2016

Alterar o visual do blog

Este é o primeiro grande objectivo, quero mudar o visual do blog, quero arranjar um logo para associar ao blog, e quero lavar a cara ao que já existe.

Actualizar todas as fotografias do blog

Este é um objectivo mais técnico, mas que afecta imenso que lê o que publico, o factor visual é bastante importante, e quero focar-me em apresentar fotografias de melhor qualidade. Com software mais avançado, faz parte dos meus novos objectivos actualizar as fotos antigas e editar artigos antigos. Não todos, porque já conto com mais de 200 artigos, mas é o primeiro passo para um objectivo a concluir em 2017.

Escrever para um grande blog ou revista de viagens Portuguesa

Este é um grande sonho que tenho, e vou dar o meu melhor para até ao final do ano ter um artigo de minha autoria publicado num blog de referência ou numa revista de viagens, para isso, terei de melhorar ainda mais a minha escrita e é um objectivo que depende em muito da opinião de quem lê o que escrevo, onde devo melhorar? Que artigos são interessantes? Que artigos devo deixar de escrever? Agradecia imenso se deixassem a vossa opinião nos comentários abaixo.

E para os próximos quatro meses, isto são objectivos bem ambiciosos. Tal como disse, serão considerados como objectivos extra, mas se os conseguir cumprir todos, então 2016 será definitivamente o melhor ano de blogging do Look Left!


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Revisão de meio do ano dos Objectivos para 2016

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Crítica: Cubos de bagagem “eBags Slim Packing Cubes”

Já há algum tempo que faço análises do que levo na mala para as minhas viagens, e recentemente falei na minha viagem à Austrália onde usei pela primeira vez esta maravilha que são os Cubos de bagagem “eBags Slim Packing Cubes“.

Primeiro impacto

Quando recebi os primeiros 3, a primeira coisa que me passou pela cabeça foi que tinha acabado de deitar dinheiro fora. São bem mais pequenos do que eu pensava, e pensei que não iria conseguir meter lá nada dentro. Cheguei a casa e experimentei a dobrar algumas t-shirts e ver quantas conseguia colocar dentro de um dos cubos, e fiquei bem surpreendido por ver que consegui meter 5 t-shirts dentro de um só cubo! Ficou mega compacto, e sem arredondar demasiado os lados, ficando quase como um paralelepípedo perfeito.

Arrumação

Dois meses a saltar de hostel em hostel é a melhor forma de testar a utilidade de coisas como estes cubos. Acho que já viajei um pouco, e uma das coisas que me chateava mais era mesmo ter de manter a mala minimamente arrumada para não ter demasiado volume desperdiçado. Durante estes dois meses deu para ver o quão bem gasto o meu dinheiro foi, nunca tive de me preocupar com desarrumação da mala, pois os cubos garantiam que a roupa lavada estava sempre dobrada e organizada. Queria roupa interior? Bastava tirar o cubo onde estavam as peças de roupa que eu queria. Esse cubo estava debaixo de outro? Sem problema, só tenho de mover o de cima sem afectar em nada a arrumação da roupa desse outro cubo. Simplesmente genial, por vezes chegava a atirar os cubos para cima da cama para escolher a roupa, e em segundos já estava tudo dentro da mala em espaço bem compactado!

Formas de os usar

Usar estes cubos para manter roupa organizada é provavelmente a melhor utilidade destes cubos, mas também usei um para manter cabos e pequenos acessórios da câmara e computador todos juntos com menos risco de os perder. Aqui perde-se alguma compactação, pois de facto não dá para compactar algo sólido, mas ganha-se em organização. É muito menos tempo perdido a procurar aquele cabo USB que precisamos para a GoPro, e há menos risco de o perder também. Só temos de garantir que não começamos a colocar as coisas em sítios diferentes e tudo vai correr bem.

Mochila com eBags
Mochila com eBags

Um outro cubo usei para os produtos de higiene, também se perde na parte da compactação, mas um destes cubos longos é perfeito para levar para o banho, com todos os produtos que precisamos. Os cubos têm uma pequena pega para os podermos transportar individualmente de forma mais cómoda.

Características dos cubos

  • Estes em particular, são longos, na verdade não são cubos mas sim paralelepípedos.
  • Têm dois fechos opostos, dá para fechar o cubo de ambos os lados.
  • Têm uma pequena rede no canto, para podermos ver parte do conteúdo.
  • São laváveis, mas não impermeáveis (devido à rede).
  • Existem de várias cores, excelente para organização dentro da mala (eu tinha 3 azuis e 3 pretos).
  • Têm uma pequena pega na face mais longa e estreita.
Conteúdo que cabe em 6 eBags
Conteúdo que cabe em 6 eBags

Opinião final

Em suma, o primeiro impacto foi um pouco assustador, mas foi amor à segunda vista! A utilidade destes cubos é mais na organização e arrumação, e não na compactação. Não dá para comprimir em vácuo, não existe qualquer tipo de tecnologia para compactar o seu conteúdo. A ideia de comprar estes cubos é termos uma mala fácil de arrumar e desarrumar, rápido de colocar tudo de volta dentro da mala com menos riscos de deixar coisas para trás, e de ter tudo sempre no lugar, mesmo que se mudem os cubos de ordem.

Experimentei várias formas de os colocar dentro da mala, algumas funcionaram melhor do que outras mas isso também depende em muito do formato da mala. Notei também, que os items soltos dentro da mala afectam e em muito a forma como devemos colocar os cubos lá dentro. Mas regra geral, nunca tive quaisquer problemas com a arrumação, acho que não poderia recomendar mais este acessório para uma viagem.

 

Crítica: Hosteis e B&B por onde passei na Escócia

Já lá vão os tempos em que usava o couchsurfing nas minhas viagens, apesar de continuar a adorar o conceito, hoje em dia estou mais voltado para hosteis. Quando usava couchsurfing era pela experiência pessoal que tinha com os anfitriões, e nunca pelo facto de ser gratuito, no entanto as últimas experiências foram bastante impessoais, tanto comigo a receber como a ser o visitante. Neste momento prefiro pagar, e ter a sorte (ou não) de encontrar pessoas com quem me identifique, e também porque é menos responsabilidade pois não estou em casa de um desconhecido.

Quanto a esta viagem, como éramos dois, as opções variaram entre B&Bs e hosteis, e inicialmente devido à nossa falta de experiência a pesquisar alojamento para mais do que uma pessoa, acabámos por não encontrar as melhores opções. Mas tudo se aprende.

Recomendação: Se forem em grupo de duas ou mais pessoas, façam pesquisa para apenas uma pessoa. No nosso caso, não encontrávamos hosteis nos resultados pois a procura era “2 pessoas em 1 quarto”, e o booking.com assumia que a procura era para quarto privado. Quando começámos a fazer as pesquisas como uma pessoa só, encontrámos exactamente o que procurávamos para os dois. Apenas tenham em atenção ao número de quartos vagos, pois pode acontecer não haver camas para todos.

Edimburgo Hotel House

Este foi o nosso primeiro alojamento na Escócia, e cometemos o erro de procurar alojamento para duas pessoas em vez de individualmente, como referi antes. De facto achámos estranho não haver nenhum hostel com vagas em Edimburgo, mas talvez houvesse algum evento popular de que não tivéssemos conhecimento. O que não era o caso.

Quanto a este B&B, tem a ligeira desvantagem de não estar no centro, fica a cerca de 25 minutos a pé da zona histórica. Mas existe uma paragem de autocarro mesmo em frente, sem termos de fazer mudanças chegamos ao centro. Recomendo o bilhete diário caso queiram usar os transportes públicos com mais frequência.

A única coisa que de facto nos desagradou foi o facto da internet ser paga, 3£ por dia. Mas ao longo da nossa viagem percebemos que é prática comum na Escócia (e talvez no Reino Unido). Um pouco estranho, visto que na maioria dos cafés há internet gratuita, mas também não nos afectou muito. Existe opção com e sem pequeno-almoço neste B&B, como já tínhamos planos, optámos por não comer lá.

Crieff

E foi aqui que começou a aventura, sem nada planeado, sem usarmos nenhuma aplicação, simplesmente vimos um B&B, perguntámos o preço e ficámos. Acabei por o encontrar no booking.com para referência.

O B&B é bastante agradável, e com um aspecto antigo, o pequeno almoço não estava incluído no preço mas foi excelente para começarmos um dia longo!

Inverness

O nosso primeiro hostel na Escócia, e para ser bem sincero, algo caro para o que esperávamos. Mas infelizmente, parece que é o padrão na Escócia também…

Foi ao reservar esta noite que nos apercebemos que procurando individualmente as opções seriam mais variadas, e algo que achámos estranho é o facto de vários hosteis não terem camaratas mistas. Homens para um lado, mulheres para o outro.

Vantagens deste hostel, não fica longe do centro, mas Inverness também não é grande. Tem parque de estacionamento gratuito. E parece bem limpo. Existe uma cadeia de hosteis na Escócia, e estão bem anunciados num mapa logo à entrada do hostel, para quem anda na estrada de terra em terra, dá imenso jeito saber onde encontrar outros hosteis do género. Foi o que fizemos.

Desvantagens, a internet é bem limitada e é por códigos individuais (algo confuso). E o hostel tem hora para fechar a porta…, ou seja, melhor ter cuidado quando se sai à noite, ou se fica a dormir no carro 🙂 De realçar que os quartos não têm wc privado, no entanto não vejo isso como algo mau, mas poderia ser melhor.

Broadford

Em Broadford que encontrámos outro Youth Hostel da mesma cadeia do onde ficámos em Inverness, mas não fizemos reserva, fomos simplesmente à aventura. Tivemos a sorte de conseguirmos lugar para os dois, aparentemente estava cheio (apesar de não parecer).

Para quem procura um local no meio do nada Broadford é capaz de ser a escolha acertada. O hostel então, fica no final de uma estrada sem qualquer iluminação e sob árvores, imaginem a escuridão… No entanto também tem parque gratuito, portanto se precisarem de sair de carro é tranquilo.

Quanto às instalações, para ser sincero ficou bastante a desejar, esperávamos algo equiparado ao hostel de Inverness, mas as condições eram bastante piores, e a internet ali é paga 1£ por hora. No que respeita a localização, fica logo no inicio do circuito da Ilha de Skye, o que foi excelente para nós.

Kyleakin

Este foi outro local de improviso, e infelizmente não consegui encontrar referência no Booking.com, mas encontrei-o no tripadvisor. Tivemos a sorte de conseguir o último quarto, todos os outros hotéis e B&Bs da zona diziam que estavam lotados, e precisávamos mesmo de algum sitio para ficar. O quarto era bem pequeno, mas perfeito para a situação. O pequeno-almoço estava incluído, mas foi curioso termos de decidir o que queríamos como pequeno-almoço na noite antes para poderem ter tudo preparado, mas estava muito bom 🙂

Glasgow

A nossa última noite juntos na viagem, procurámos por um hostel e este foi o que encontrámos, no que respeita a localização fica um pouco longe do centro mas com transportes para lá chegar. Como estávamos de carro, não chegámos a confirmar se os transportes funcionam bem e se é fácil chegar ao centro, mas de acordo com o staff do hostel parece que sim.

Castelo de Inverness
Castelo de Inverness

Existem alguns serviços na zona, mesmo ao lado existe um Wetherspoons onde se pode comer e beber bem barato. No que respeita ao serviço prestado, os quartos são mistos, com wc privado. O pequeno-almoço é self-service, por um preço bem simbólico.

Polmont

E aqui foi onde passei a última noite! Escolhi o hotel mesmo por estar no caminho do aeroporto, e nada mais. No que respeita a condições, deixou um pouco a desejar. Para quem procura uma opção barata para apenas uma noite serve perfeitamente, no entanto alguns detalhes deixaram-me um pouco chateado, começando pelo facto de a localização do hotel estar errada no Booking.com, e isto propositado (de acordo com o recepcionista). Aparentemente, as pessoas perdem-se para lá chegar, então a localização está para um hotel ao lado… Não foi fácil.

Em relação às condições do hotel, o estacionamento é gratuito, o quarto estava limpo mas com uma carpete bem velha e com nódoas (detalhes que apenas notei por estar mais irritado pelo tempo que perdi a encontrar o hotel), o wc e os chuveiros são partilhados por todos os do corredor.

Em suma, este local para quem procura algo do estilo de um hostel, mas com privacidade no quarto, é bom. Para quem espera encontrar um hotel, é bastante mau. Tudo uma questão de perspectiva.


Nota: Os links listados são afiliados, que poderão dar uma pequena fonte de receita para ajudar a manter o blog.

 

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E assim termina 2009…

E assim termina 2009...

Janeiro 2009

Mês que deu várias voltas na minha vida, entrei em Janeiro a pensar que iria estagiar numa grande empresa multinacional em França, acabei o mês numa empresa Portuguesa com bastante potencia. O destino foi um pouco incógnito, entre China e Grécia lá acabou por ser o segundo.

Foi também um mês a recordar, mas por motivos bem tristes, um português da edição anterior tinha desaparecido a cerca de um mês do final do seu estágio…, o seu corpo foi encontrado no rio Spree em Berlin (cidade onde ele fez o estágio) passadas umas semanas…

Viver na terrinha
Correrias
Sem calças…
Centrifugação cerebral!
Find Afonso Tiago
Será desta?
Newsjunk!
Tic… tac…
How to have better sex!

Fevereiro 2009

Logo no inicio deste mês viajei para Atenas, uma antiga cidade num país “recente” no entanto tudo muito novo para mim, ainda para mais quando cheguei de noite…, uma “pequena aventura”.

Conheci alguns portugueses em Atenas, conheci as novas instalações do meu novo trabalho, fiz as primeiras visitas pela cidade e sofri o primeira (e única) tentativa de assalto em Atenas, só mesmo para abrir os olhos 😀

Ataque de sono…
Packing…
De partida!
72 horas em Atenas!
Número Grego
Viver em Atenas
Finja finja, até que atinja!
Karma…
Primeiro fim-de-semana para passear…, ou não…
Coisas
Com 3 letrinhas apenas…

Março 2009

Mês das minhas primeiras viagens, algumas sozinho outras nem por isso, mês onde iniciei o meu contacto com a comunidade Couchsurfing Grega e onde tive algumas surpresas, umas fantásticas outras não tão boas…

Foi também o mês onde comecei a “tentar” aprender Grego e onde rapidamente me apercebi que tinha algum potencial na coisa…, infelizmente não fui tão rápido a perceber que estava nas aulas erradas…, mas enfim, fica para a próxima…

Primeiro fim-de-semana prolongado!
Como encontrar uma agulha num palheiro…
E mais do mesmo, fim-de-semana em Atenas…
Primeira aula de Grego!
Bombinhas de Carnaval
Venha a gripe!
Viagem pelo Golfo de Korinthos e Golfo de Argos
Atenas Veneziana
Onde anda o rato??
Twitter – Uma Inovação ou apenas outra Moda?
25 de Março
Sopa de Tomate!
Fim-de-semana em Thessaloniki

Abril 2009

Mês que começa com “mentiras”, e onde vem a primeira vaga de calor (que eu julguei ser já muito quente…), mês em que recebi o meu primeiro Guest Couchsurfing totalmente desconhecido (e único até agora), mês onde tive algumas decepções BEM grandes. Enfim, um mês bastante conturbado…

CAOS!!! E começou o tempo quente!
Shit Happens!
Mais outro fim-de-semana em Atenas…
Atenas à noite
Tempo na Grécia
My first CS guest
Aventuras: Corte de cabelo? ãh?
Quarto em Movimento
Viagem a Istambul…, ou então não…
Πάσχα
Pull and Push
Curiosidades sobre a Grécia
Economizar para quê?
Recuperar Energias
Para onde caminha o meu blog…

Maio 2009

Mais viagens, mais ilhas, menos tempo…, o meu estágio já tinha passado o “meio” e agora seria uma correria até voltar para Portugal, e eu com tanto para ver.

Conheci várias pessoas durante os meses anteriores, mas em Maio foi onde fortaleci algumas amizades e onde senti que fiz amigos de longa data, até tive direito a uma alcunha grega 😀 Neste mês também conheci pessoas fantásticas que andam ou andaram a viajar pelo mundo pelos mais diversos motivos e com uma quantidade abismal de histórias para contar…

Rhodes, cidade intemporal
4 and counting…
Cultura em Portugal!
Seize The World
Um momento nostálgico
Ten to go…
Big Ass!
E agora…, a ribalta!
Being Green!

Junho 2009

E mais um mês de stresses…, noticias menos boas de Portugal (finalmente percebi como os meus pais se sentiam ao ver noticias sobre a Grécia…), passar o segundo aniversário da minha sobrinha à distância, um pequeno susto no mar devido ao facto de eu andar feito um ocioso…, ahhh, e mais viagens, claro 🙂

Há mar e mar…
A Galinha da Vizinha
ALMOST lost in translation!!!
Dois e Cinco faz Sete 😀
Django, os meus primeiros passos.
Voltinhas para dar
Lidar com Pessoas
Portugal dos Coitadinhos
Jornalismo vs Sensacionalismo
Another weekend 🙂
E já foram publicados 🙂

Julho 2009

Último mês na Grécia, e mês para aproveitar para concretizar um sonho antigo…, visitar Istambul 🙂 Além de Istambul também aproveitei para conhecer outros locais que andava desejoso de vir a conhecer desde o momento que comprei um livro turístico sobre a Grécia continental…, enfim, mais viagens…

Foi também o mês onde tive a surpresa de ter a necessidade de telefonar para o 112 e aperceber-me que não falam inglês ou quando falam, falam muito pouco…, e foi o mês palco das minhas CINCO festas de despedida! Momentos que marcam, saudades que ficam!

Bowling night!
Uma entrada.
Non Stop!
Beach Party (number one :D)
Segurança Bancária
Segurança Bancária – O desfeixo final
Ring ring, Emergency Call?
Viagem a Byzantium

Agosto 2009

Mês para férias (para alguns), para mim foi o mês que andei a tentar perceber se iria ter emprego na mesma empresa ou não…, foi o “ou não”…

Escrevi umas mensagens no blog, mas a partir daqui tanto o entusiasmo como a falta de assunto ditaram a inactividade do meu blog, com isto não quero dizer que a vida tenha sido pior ou melhor 🙂

Vai-te embora, ó tuga!
Surpresa!
Lá por fora
0,1%

Setembro 2009

Mês em que comecei a desesperar com a falta de respostas de empresas, onde me fartei de enviar CVs essencialmente para o estrangeiro e que mais tarde acabei por dar o braço a torcer e enviar também para empresas em Portugal. Evito sempre escrever sobre trabalho e sobre empresas no meu blog, pelo que são raros os artigos que aparecem com tais referências.

Colecção para canhotos
Visitas ao Hospital Veterinário
Novo Visual (again)
Primeiras gotas
Mau aspecto
BCC; Τι είναι αυτό;
Combater a estúpidez com…, estúpidez!

Outubro 2009

Foi o mês em que comecei a enviar os CVs para empresas em Portugal, onde recebi uma primeira resposta que mudou todo o rumo das minhas candidaturas…, uma pequena dica numa entrevista de emprego que me valeu mais entrevistas! E é por isto que digo, mesmo que à partida a empresa não nos interesse, podemos aprender muito só com a entrevista e por vezes a proposta é bastante mais interessante do que estávamos à espera 🙂

Aqui há gato…
Terapia da Fala
E mais uma marca…
Free hugs and free paper flowers!
Lost Generation
Saudades :’)
Espinafres fritos com queijo!
E se isto fosse em Lisboa ou no Porto?
e-life – Do you have one?

Novembro 2009

E este é o mês que marca o inicio de uma nova etapa na minha vida, emprego finalmente! Voltei a explorar os transportes públicos em Lisboa (e arredores) e apercebi-me da quantidade de coisas que ainda funcionam mal por cá e que poderiam ser tão facilmente resolvidas se os nossos deputados da oposição não perdessem tempo a procurar falhas na vida privada do nosso primeiro ministro para o atacarem na AR que leva a que todos percam tempo a resolver problemas que não dizem respeito ao resto do país 🙂

Religion is bullshit
New Challenge
Trabalho vs Emprego
E porque me apeteceu…
E é por coisas deste género…
Transportes em Portugal

Dezembro 2009

Mudança de nome do blog, alguma nostalgia, mais trabalho, terramotos, tornados…, enfim, um mês cheio de espirito Natalício 😀

Tal e qual!
The real life of a lifeless
Quantos lugares vagos?
E se…
E mais um anito que passa
E tudo o vento levou…
Feliz Dia de Consumo
Gravatas e Camisas
E assim termina o meu ano…

232 comentários em 111 posts!

Votos de um Excelente 2010 para todos vós 🙂


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E assim termina 2009...

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